“A Arte da Guerra”: “Vitória de Lula da Silva foi uma surpresa pessoal”

Um património de memória positivo. Talvez seja isto que explica a vitória de Lula da Silva na segunda volta das presidenciais brasileiras. E, claro, a prestação medíocre do candidato Flávio Bolsonaro. O bolsonarismo morreu e talvez agora, tardiamente, a direita moderada se lembre que existe. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.

“A Arte da Guerra”: “Vitória de Lula da Silva foi uma surpresa pessoal”
Pedro Ladeira - 1º.set.26/Folhapress

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