EY Insights

Sem justiça célere, Portugal perde o investimento

Portugal tem recursos renováveis abundantes, uma posição estratégica no Atlântico e uma vasta Zona Económica Exclusiva. Tem, portanto, condições excecionais para captar investimento de valor acrescentado nos setores decisivos para o crescimento, a transição energética e a autonomia tecnológica europeia. Mas ter potencial não basta. É preciso conseguir transformá-lo em projetos.
Sem justiça célere, Portugal perde o investimento

Basileia IV na União Europeia: O próximo desafio da gestão de capital no sector bancário

Com a publicação, em 27 de outubro de 2021, do pacote legislativo (CRR III e CRD VI) com vista à implementação das reformas de Basileia 3, também denominado de Basileia IV, a Comissão Europeia deu início à última fase de implementação das alterações aos requisitos de capital para o sector bancário.
Basileia IV na União Europeia: O próximo desafio da gestão de capital no sector bancário

Programas de Governo: o que esperar para um Estado mais digital?

Os progressos em matéria de simplificação e digitalização do Estado, acelerados pelas consequências da pandemia, ainda estão aquém da adoção massificada de tecnologia pelos cidadãos e da sua vontade em aumentar a sua relação digital com os serviços públicos. Num momento em que se preparam programas eleitorais, é essencial que estes tenham em conta que […]
Programas de Governo: o que esperar para um Estado mais digital?

Poderá a nossa fiscalidade atrair para Portugal os “nómadas digitais”?

A 11 de março de 2020, a OMS declarava o novo coronavírus como pandemia. As palavras “confinamento” e “distanciamento social” passaram a integrar o léxico quotidiano e as empresas foram obrigadas a reinventar-se para responder aos desafios impostos pelo contexto pandémico, surgindo o teletrabalho e a atividade dos nómadas digitais como tendências globais que vieram para ficar.
Poderá a nossa fiscalidade atrair para Portugal os “nómadas digitais”?

Transparência a quanto obrigas

Os casos mediáticos que surgiram nos últimos anos envolvendo a tributação de empresas multinacionais que exercem atividade em Estados-membros da União Europeia tornaram evidente a necessidade de um maior escrutínio não só ao nível das atividades desenvolvidas em cada uma das jurisdições, mas também ao nível dos rendimentos gerados e respetivos impostos sobre o rendimento.
Transparência a quanto obrigas