Portugal continua a captar investimento e a manter uma posição relevante no mapa europeu. O desafio já não é atrair atenção. É transformar essa confiança em crescimento, inovação e competitividade duradoura.
Portugal tem recursos renováveis abundantes, uma posição estratégica no Atlântico e uma vasta Zona Económica Exclusiva. Tem, portanto, condições excecionais para captar investimento de valor acrescentado nos setores decisivos para o crescimento, a transição energética e a autonomia tecnológica europeia. Mas ter potencial não basta. É preciso conseguir transformá-lo em projetos.
O sentimento dominante na avaliação da evolução da pandemia continuou a ser a inceteza, com a redução das medidas de confinamento em Portugal a contrastar com o agravamento decidido em alguns países europeus. Neste quadro, foram prosseguidas medidas fiscais, contributivas e financeiras para estimular a economia nacional.
Taxas de juros muito baixas e opções legislativas que permitem alguma otimização têm refreado o impacto da limitação da dedutibilidade dos encargos financeiros.
O conceito “Martech” refere-se à união entre Marketing e Tecnologia. E é aos marketeers que tem sido atribuída crescente responsabilidade sobre a rubrica de investimentos em tecnologia.
Vivemos tempos incertos e difíceis. A pandemia veio aumentar o prémio de risco por parte de todos aqueles que investem e desenvolvem atividades económicas.
Estamos a desconfinar, o que é bom, e temos um plano de recuperação e resiliência (PRR), submetido para consulta pública, o qual tem sido apelidado de “bazuca” e que, de acordo com o Governo, pretende assegurar a saída da crise pandémica e garantir um futuro resiliente para o nosso país.
A agricultura depara-se com diversos desafios, desde a adaptação às alterações climáticas à adoção de práticas mais sustentáveis, que minimizem o seu impacto e que otimizem a eficiência da utilização dos recursos, respondendo, ao mesmo tempo, às necessidades cada vez mais exigentes dos consumidores.
Num contexto económico, onde o volume de negócios da grande maioria dos agentes sofreu quebras significativas mas em que, ainda assim, se apela à solidariedade de todos os quadrantes, de facto, não se entende esta opção por conferir um enquadramento legal desfavorável das Entidades Hospitalares EPE face às demais entidades do Estado.
Faz sensivelmente 15 anos que me ofereceram um dispositivo que permitia emular o sinal de televisão que tinha em casa e ter a possibilidade de assistir todos programas de cabo em quase qualquer lado, no computador.
As atividades económicas não são todas iguais, pelo que não é indiferente a priorização das apostas “setoriais” em matéria de política de competitividade.
Vivemos tempos incertos e turbulentos onde as empresas são obrigadas a criar, não só, opções para sobreviver ao imediato, mas também estratégias de crescimento e diferenciação para um futuro incerto.
Durante anos apenas se enquadrava no âmbito da isenção de IVA, a designada locação “paredes nuas”, em que o imóvel objeto de arrendamento não dispunha de qualquer “aptidão produtiva”, não estando, a priori, preparado para o exercício de uma atividade empresarial específica. No entanto, na sequência da publicação de alguns acórdãos do Tribunal de Justiça […]
O início de um novo período de programação de Fundos Europeus em simultâneo com a chegada dos recursos disponibilizados via Next Generation EU desafia-nos a adotar novas soluções de operacionalização dos fundos europeus.
Ouvi recentemente num podcast sobre os limites da moral, algumas considerações que me deixaram a pensar de que forma está a moral das organizações a transformar-se. Para pensar neste tema, importa adiantar que, uma possível conceção da moral de uma organização pode ser pensar na mesma como o somatório de todas as morais de todas as pessoas que habitam nessa organização.
O peso das obrigações regulamentares não é uma novidade no sector financeiro, mas com o surgimento de uma diversidade de novas temáticas de especialização, continua a obrigar as Instituições a mobilizarem recursos para a conformidade de requisitos regulamentares, bem como a monitorização desse cumprimento pelas funções de controlo, i.e. Dir. Compliance, Dir. Risco e a […]
O tema da sustentabilidade tem vindo a ganhar protagonismo e urgência face a inúmeros fatores como sejam pressões causadas por alterações demográficas, escassez de recursos e alterações climáticas, disrupção de vários modelos de negócio, alterações nas preferências dos consumidores, apenas para nomear alguns.
A inovação é uma componente considerada essencial para o desenvolvimento, crescimento e competitividade das empresas farmacêuticas, no entanto esta não se foca exclusivamente na investigação e criação de novas moléculas. Value added medicines representam uma forma alternativa de Investigação e Desenvolvimento (I&D), baseada no incremento de valor de moléculas já existentes, que já não se […]