Doing Business Angola

Veja em direto o Doing Business Angola 2026

O JE e a Forbes África Lusófona voltam a reunir decisores públicos, empresários e investidores para debater temas estruturantes como o ambiente de negócios, privatizações, financiamento da economia, mercado financeiro, petróleo e gás, turismo e os desafios de Angola e da Lusofonia num mundo em mudança.
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Saúde, educação e turismo são setores que “saltam logo à vista” para investir em Angola, refere managing partner da Prime Advogados

Emanuela Vunge diz que a grande preocupação dos investidores é perceberem o acesso ao mercado e quem são os players com quem devem fazer negócios. Advogada destaca que o papel do Estado está a diminuir principalmente em áreas como o petróleo, gás e indústria mineira, dando lugar à promoção privada. "Relação entre agentes públicos e privados melhorou muito e a margem negocial mudou", afirma.
Rodolfo Alexandre Reis15 Jul
Saúde, educação e turismo são setores que “saltam logo à vista” para investir em Angola, refere managing partner da Prime Advogados

Peso do setor segurador em Angola continua abaixo de 1% do PIB, alerta Carlos Firme, CEO da Fortaleza Seguros

O CEO da Fortaleza Seguros traçou um retrato de um setor segurador angolano ainda com peso residual na economia — inferior a 1% do PIB —, muito aquém dos 3% a 5% registados em países com nível de desenvolvimento semelhante e dos mais de 10% observados em economias mais avançadas. "Estamos numa fase ainda pouco representativa" quanto ao papel do setor na economia, resumiu.
Maria Teixeira Alves15 Jul
Peso do setor segurador em Angola continua abaixo de 1% do PIB, alerta Carlos Firme, CEO da Fortaleza Seguros

Banca angolana está mais sólida mas ainda presa ao crédito de curto prazo e ao setor público, segundo Sidney Magalhães do Millennium Atlântico

O administrador executivo do Banco Millennium Atlântico, Sidney Magalhães, considerou que Angola está a progredir no caminho para uma maior estabilidade macroeconómica e financeira, embora sublinhe que esse processo ainda não está concluído. O banqueiro alertou para a forte dependência do setor petrolífero. Há uma "dependência fiscal muito grande" face ao setor petrolífero, que representa cerca de 20% do PIB mas continua a pesar 60% nas receitas fiscais e 90% na capacidade de exportação do país, apontando o objetivo de atingir maior estabilidade estrutural até 2030.
Maria Teixeira Alves15 Jul
Banca angolana está mais sólida mas ainda presa ao crédito de curto prazo e ao setor público, segundo Sidney Magalhães do Millennium Atlântico

Privatizações em Angola: o princípio do fim de um programa de forte sucesso

As privatizações em Angola começaram em 2019 e foram genericamente bem-sucedidas. Na fase final do processo, há ainda, segundo Álvaro Fernão, PCA da IGAPE, diversas empresas interessantes para os investidores. Principalmente para aqueles que quiserem ter uma palavra a dizer no futuro de África. A reflexão foi deixada na conferência "Doing Business Angola", organizada pelo JE e Forbes África Lusófona, que tem lugar esta quarta-feira em Lisboa.
Privatizações em Angola: o princípio do fim de um programa de forte sucesso