Taxa de desemprego cai para 5,7% em agosto

Em relação à taxa de subutilização do trabalho em agosto, o INE afirma que foi estimada em 9,7%, menos 0,4 pontos percentuais que no mesmo mês de 2025 e mais 0,1 pontos que em julho.

Taxa de desemprego cai para 5,7% em agosto
população

A taxa de desemprego foi de 5,7% em agosto, menos 0,2 pontos percentuais do que no mesmo mês de 2025 e o mesmo valor de julho, segundo estatísticas provisórias divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) esta quarta-feira, 30 de setembro.

Em relação à taxa de subutilização do trabalho em agosto, o INE afirma que foi estimada em 9,7%, menos 0,4 pontos percentuais que no mesmo mês de 2025 e mais 0,1 pontos que em julho.

Em agosto de 2026, a taxa de desemprego das mulheres (6,3%) superou a dos homens (5,2%) em 1,1 pontos percentuais, enquanto a taxa de desemprego de adultos se situou em 4,8% e a taxa de desemprego de jovens em 19,8%, afirma o INE.

Em julho de 2026, a taxa de desemprego dos homens foi de 4,9%, o valor mais baixo desde fevereiro de 1998.

Com base nas estimativas provisórias, o INE refere ainda que a população ativa (5.648,5 mil) aumentou em comparação com agosto de 2025 (43,4 mil, 0,8%) e diminuiu relativamente a julho de 2026 (17,7 mil, 0,3%).

De modo semelhante, também a população empregada (5.324,0 mil) em agosto aumentou em comparação com o mês homólogo de 2025 (46,9 mil, 0,9%) e diminuiu em relação ao mês anterior (21,6 mil, 0,4%).

O INE adianta que inversamente, a população desempregada (324,6 mil) registou um decréscimo em relação a agosto de 2025 (3,4 mil, 1,0%) e um acréscimo relativamente a julho de 2026 (4,0 mil, 1,2%).

Relacionado

Lufthansa irá arcar com eventuais remédios diretamente para entrar na TAP, afirma Governo

Lufthansa irá arcar com eventuais remédios diretamente para entrar na TAP, afirma Governo

Respondendo a perguntas da líder parlamentar do PCP Paula Santos sobre a operação, Hugo Espírito Santo lembrou que “existe o compromisso de que o comprador irá arcar com os remédios regulatórios diretamente”, mas rejeitou especular sobre as condições e obrigações que o executivo comunitário possa vir a decidir enquanto guardião dos tratados europeus em matéria de concorrência.