A guerra híbrida russa, silenciosa e discreta, está a ser lançada sobre a Europa ocidental pelos serviços secretos civis e militares do Kremlin, com a ajuda de grupo de mercenários.
A Metropolitan Opera, em Nova Iorque, apresenta uma nova produção de “Tristão e Isolda”, pela mão de Yuval Sharon, que o New York Times considera “o mais visionário encenador de ópera da sua geração”.
No Scala de Milão, sobe ao palco a desmesura de Wagner, numa tetralogia que é uma parábola política da tragédia da vontade de poder. David McVicar, reputado encenador de ópera, assina a nova produção nos 150 anos da sua estreia.
Depois do golpe de Estado da semana passada, os líderes regionais do Sahel e da UE mostraram a sua preocupação com o futuro político de um dos últimos bastiões de apoio ao Ocidente naquela região. Níger é o segundo maior fornecedor de urânio à UE e uma das fontes de diversificação no gás natural após fim das compras à Rússia.
A ordem do Kremlin é a de regressar rapidamente à normalidade – enquanto Prigozhin tenta reescrever a história dos dois últimos dias. Pormenor importante: nenhum alto responsável russo colocou a hipótese de envolvimento do Ocidente na rebelião.
"Todos os dias temos pilhas de milhares de corpos que colocamos em caixões para enviar para casa", disse Yevgeny Prigozhin numa entrevista publicada hoje pelo bloguista russo Semyon Pegov, especializado em assuntos militares.
"Estamos muito preocupados com o envolvimento do grupo de Prigozhin - o grupo Wagner - no Sudão", disse Blinken numa conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo queniano Alfred Mutua, em que criticou o papel desempenhado por alguns países do Médio Oriente.
Devido à duração da batalha e às pesadas perdas sofridas por ambos os lados, a cidade tornou-se o símbolo da luta entre russos e ucranianos pelo controlo da região industrial de Donbass.