Em comunicado ao mercado, a operadora indicou ter concluído a 5 de agosto o restabelecimento dos serviços, incluindo os de terceiros que assentam na sua rede, afetados pelo ataque cibernético ocorrido na madrugada de 28 de julho.
Resultados da oferta, ultrapassada pela procura, foram apurados na Sessão Especial de Mercado Regulamentado, esta segunda-feira. É virada, assim, mais uma página do ProPriv. Até ao final do ano, serão alienados mais nove ativos. Segue-se o Standard Bank (10%), soube o JE.
A operação deverá gerar à volta de 280 milhões de euros. É o primeiro IPO de África do ano, assinala em declarações ao JE o PCA do IGAPE, Álvaro Fernão. "No mercado nacional, será a maior OPI realizada na Bodiva".
O Propriv termina no final do ano. A lista de ativos estratégicos, agora reduzida, mantém a TAAG mas adia os planos para a Sonangol. O presidente do IGAPE falou com o JE sobre as opções estratégicas do Governo.
Lista atualizada consta do decreto presidencial de 24 de fevereiro e exclui a Sonangol das empresas do PROPRIV este ano. Até ao momento, o Estado privatizou 116 ativos e empresas.
Ações do banco angolano serão vendidas a um preço mínimo de 41.500 kwanzas (38,4 euros) por ação. Entrada oficial na BODIVA acontece no dia 30 de setembro.
A dispersão em bolsa de mais de 29% do Banco de Fomento Angola está agendada para setembro e deverá render 200 milhões de euros ao Estado angolano. Angola, que detém 51,9% do banco através da Unitel, vende 15% do capital, e o BPI, na posse de 48,1%, vai alienar uma participação de 14,6%.
Estado angolano está a reduzir posição na estrutura acionista da líder do mercado de telecomunicações. Vai vender 15% em bolsa, mas pode procurar, também, um parceiro estratégico. Solução está a ser avaliada.
Notícia foi avançada pela "Forbes África Lusófona". O diretor-geral cessante da maior operadora de telecomunicações angolana - que sucedeu ao britânico Tony Dolton em 2019 - abandona funções por deliberação unânime dos acionistas.
O Governo angolano já oficializou a venda de 15% do Banco de Fomento de Angola através de um IPO. O BPI, para evitar ficar acionista maioritário do BFA, vai acompanhar a oferta pública inicial do banco angolano, vendendo em bolsa também 15% do capital, apurou o JE.
A reprivatização de parte do capital da empresa de telecomunicações estava prevista no Programa de Privatizações (ProPriv) para este ano, mas a expectativa é de que o processo seja concluído no primeiro semestre do próximo ano.
Em causa está a decisão do juiz britânico Robert Bright, que decidiu na quarta-feira pelo congelamento de cerca de 580 milhões de libras (670 milhões de euros) controlados por Isabel dos Santos, num processo movido contra a Unitel International Holdings.
Além de factores como a população jovem e a acessibilidade ao serviço, Miguel Geraldes destacou, no âmbito da conferência "Doing Business Angola", que teve lugar esta terça-feira, o "aumento concorrencial no mercado" das telecomunicações neste país.