Falta decidir o que queremos ser e, depois, falta quem consiga segurar o leme tempo suficiente — com talento e ideias próprias, sem copiar e sem os boys de ocasião.
O talento de Martin Parr está na síntese que cada fotografia faz do seu olhar implacável sobre o mundo e sobre os excessos do ser humano, em particular. E fá-lo de forma acutilante, com muito humor e sentido crítico. Até 24 de maio, o Jeu de Paume, em Paris, rende-se ao olhar do fotógrafo britânico.
A desigualdade no acesso à habitação não se manifesta nem ameaça apenas a noção de propriedade e de direito ao lar, como é já hoje um forte inibidor do acesso à educação.