O senador democrata Tim Kaine afirma que o Brasil tem uma "razão legítima" para desconfiar que os Estados Unidos podem tentar influenciar as eleições presidenciais de 2026, face à postura adotada pelo presidente Donald Trump em relação ao país. Para o parlamentar, porém, dizer que o governo americano já está a interferir no processo eleitoral seria uma expressão "demasiado forte".
O homem que vende bíblias com a sua assinatura, que lançou criptomoeda com o seu nome e que agora troca tecnologia nuclear sensível por contratos bilionários para empresas norte-americanas tornou-se no inimigo público número um.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou hoje que decidiu autorizar voos diretos entre o seu país e o Líbano, suspensos há 40 anos, após reunião na Casa Branca com o homólogo libanês, Joseph Aoun.
O presidente ´norte-americano alegou que a China obteve ilegalmente dados de cerca de 220 milhões de eleitores norte-americanos, incluindo informação pessoal, e afirmou que ficheiros eleitorais de 18 estados foram "comprados, roubados ou pirateados" por agentes chineses. Acusou ainda responsáveis que, alegadamente, identificaram essas situações de não terem informado o Governo nem o Congresso.
A prazo, um aliado cuja razão de ser é inegociável pode deixar de servir os interesses geoeconómicos dos Estados Unidos, pelo menos na visão transaccional de Trump.
"O Presidente Trump fará um pronunciamento à nação na quinta-feira à noite, às 21h00 (02h00 de sexta-feira em Lisboa)", escreveu o republicano na sua plataforma de rede social, a Truth Social.
O crescimento do património do Donald é expressivo e chocante: em 2024 Trump declarara mais de 600 milhões de dólares em rendimento total; um ano depois, ultrapassou os 2 mil milhões. Políticos assim não os há nas democracias ocidentais.
Trump percebeu que a política americana já não se organiza apenas em torno de programas. Organiza-se em torno de identidade. Para milhões de eleitores, ele não é apenas um Presidente. É uma resposta emocional a uma pergunta antiga: quem roubou a América que eu conhecia?
"Não me ocupo das minhas finanças pessoais, temos fundos que gerem o meu dinheiro", afirmou o republicano, de 80 anos. "Ganhei muito dinheiro antes de me tornar Presidente. Eles investem o meu dinheiro e eu não falo com eles", continuou.
“Portugal tem um grande amigo meu como embaixador, John Arrigo. É uma pessoa fantástica, que fez muito dinheiro na indústria automóvel, e ele decidiu ser embaixador. Eu dei-lhe opções e ele escolheu Portugal. E talvez seja por causa dos vossos magníficos campos de golfe”, começa por dizer Trump na mensagem gravada, que será transmitida nas comemorações do Dia da Independência dos Estados Unidos.
A pergunta relevante não é quando termina Trump. É o que sobra depois dele, e se esse saldo serve, ou não, os interesses estratégicos americanos a longo prazo.
Trump, que passou o fim de semana em Camp David, salientou que o acordo inicial para pôr fim à guerra com o Irão prevê a isenção de portagens na importante via navegável durante dois meses.
O presidente norte-americano, Donald Trump, fez o anúncio desta parceria na sua rede social Truth, depois de insultar os antigos presidentes que "deixaram que Taiwan roubasse as nossas fábricas de semicondutores". Agora as duas empresas norte-americanas vão desenhar e construir chips nos Estados Unidos.
A questão mais interessante será perceber o que verdadeiramente terá mudado, e o que ficará próximo da situação que vigorava em finais de 2025, pois o acordo anunciado suscita dúvidas relativamente à sua solidez e sustentabilidade a longo prazo.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que a assinatura de um acordo com o Irão está "prevista para amanhã", domingo, após o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano ter afastado essa possibilidade.
As midterms são um barómetro ao Presidente, cuja taxa de rejeição é hoje cerca de 60%. Somando isto à recente subida dos juros dos títulos do Tesouro a 10 anos, são más notícias para o POTUS pois sinalizam uma provável subida da inflação.