Antes era-nos dito que tínhamos de ir a todo o vapor para as tecnologias de baixo carbono, mas agora isso é só se ainda forem os países do costume a liderá-las.
“A Comissão Europeia aprovou um regime português no valor de 350 milhões de euros para apoiar os investimentos na produção do equipamento necessário para promover a transição para uma economia com impacto neutro no clima, em consonância com o Plano Industrial do Pacto Ecológico”, indica o executivo comunitário em comunicado.
Algum do fervor reformista europeu explica-se como uma reação a movimentações do outro lado do Atlântico, leia-se plano de transição ambiental. A Europa reagiu com o atraso que a caracteriza.
Os problemas ambientais resolvem-se a par com os da mobilidade, i.e., com a transição para transportes coletivos e não pela troca de automóveis individuais a combustão por automóveis individuais elétricos.
Nas conclusões do inquérito os destaques vão para o facto de 60% dos municípios considerarem que os investimentos em infraestruturas de mitigação das alterações climáticas e adaptação aos seus efeitos, realizados nos últimos três anos, são insuficientes.