De acordo com dois avisos publicados hoje em Diário da República, vão ser atribuídas 24 bolsas anuais de criação literária, num total de 360 mil euros, e outras 18 destinadas à banda desenhada e à literatura infantil e juvenil, no valor global de 270 mil euros.
O Prémio Munch celebra a liberdade artística e a experimentação individual. Este ano, foi atribuído ao coletivo de artistas sami Dáiddadállu "pelo seu relevante trabalho no apoio aos artistas indígenas", realça o júri.
O Try Better, Fail Better é o festival produzido pelo Teatro da Garagem desde 2008. A procura tem crescido de ano para ano e a qualidade dos projetos também. Palavra de Carlos J. Pessoa, diretor artístico da Garagem. À 19ª edição, o objetivo mantém-se: dar espaço à experimentação, ao erro, à colaboração. É dessa fibra que o teatro, a performance, precisa.
Três anos de obras de requalificação chegam ao fim. O D. Maria II regressa ao Rossio com a ambição, diz Pedro Penim, de “perceber de que maneira tudo aquilo que aconteceu enquanto estivemos fora pode transformar a casa para onde voltamos.”
A atriz, encenadora e dramaturga Sara Barros Leitão estreia em Braga o monólogo “Nós, Sozinhas”. Parte da história do aborto em Portugal para resgatar vidas e experiências que ficaram nas margens da narrativa histórica.
A nova temporada do CCB já tem plasmada a visão do seu novo diretor artístico, o belga Serge Rangoni. Abrir possibilidades, ligar públicos, dar maior visibilidade aos criadores portugueses e reforçar parcerias. E dialogar. Com a diversidade, com a Europa e o mundo.
A nova temporada 2026/2027 do Teatro Nacional de São João, no Porto, traz projetos saídos da ‘wishlist’ do atual diretor, o coreógrafo Victor Hugo Pontes, 15 estreias absolutas, seis produções próprias, 18 coproduções e oito espetáculos internacionais. Números à parte, o que importa é a pertinência.
Memória, perda e urgência do presente. O descanso como resistência. O tempo como medida de todas as coisas. Pontos de partida para a programação, de setembro a dezembro, do Teatro da Garagem, companhia residente do Teatro Taborda, em Lisboa.
O Teatro Nacional de São João, no Porto, traz 15 estreias absolutas, seis produções próprias, 18 coproduções e oito espetáculos internacionais na temporada que vai de setembro 2026 a julho de 2027, anunciou hoje a direção artística.
Mais de uma centena de espetáculos, muita música – eclética, como se quer – e diversos projetos nas áreas do pensamento e da literatura. Para “desafiar convenções e cruzar fronteiras artísticas, diz Miguel Loureiro, diretor artístico do São Luiz.
Na “cidade-festival” a identidade cultural, a economia local e uma parte significativa da atividade profissional organizam-se em torno do teatro e das artes performativas ao longo de todo o ano, tendo o festival como principal motor.
Quarenta e sete espetáculos num total de quase 300 representações. Eis o cardápio da 80.ª edição do Festival d’Avignon, que decorre nesta cidade francesa de 4 a 25 de julho. No cerne do festival estará o verbo perguntar, porque este sempre foi, e continuará a ser, um espaço de debate.
Depois de Salvador, Rio de Janeiro e Amesterdão, “Um Julgamento, depois do Inimigo do Povo”, chega a Lisboa. Wagner Moura enche o palco, transformado em tribunal. Entre verdade e ‘fake news’, onde fica o imperativo moral? “A verdade acabou e isso me assusta”, diz Wagner.
Cinema, música, dança, literatura teatro... E conversas, muitas, pois no Mental o estigma não entra. Aqui se desmontam preconceitos sobre a saúde mental e se quebram barreiras. Uma década feita de persistência e reconhecimento. Internacional também. Em maio está de volta a Lisboa.
Lisboa já aquece os motores da programação de 2026. Entre os muitos espetáculos já anunciados, deixamos aqui alguns dos momentos que vão marcar a agenda cultural da capital. Música, artes plásticas e teatro para consumir sem moderação.
Chama-se ProArtes e é o novo portal lançado pela Artemrede para profissionais de teatro, dança e música. O registo é gratuito e o principal objetivo é agilizar a ligação entre artistas e programadores.
A Bienal de Artes Contemporâneas, ou BoCA –num acrónimo que remete para o órgão da fala, aquele que veicula pensamentos – dá voz a emoções, traduz ou falsifica a realidade. Altifalante das perceções amiúde distorcidas e que importa confrontar neste “Camino Irreal”, título desta inédita edição da bienal, partilhada entre Lisboa e Madrid, de 10 de setembro a 26 de outubro.
Alguns destaques na programação do CCB - Centro Cultural de Belém para o último quadrimestre de 2025, que traz na bagagem música clássica e contemporânea, experimentações e muitas dúvidas para partilhar em oficinas, teatro e dança para agitar mentes e corações.
Novembro está mais perto do que parece. A contagem decrescente para o Alkantara Festival, que regressa a Lisboa de 14 a 23 de novembro,está em curso. Dorothée Munyaneza, Vânia Doutel Vaz, Chiara Bersani e María del Mar Suárez são alguns dos nomes já confirmados.