O futuro não se constrói com insultos e gritaria. Constrói-se com recato, reflexão, estudo e decisões ponderadas. Receio que a Europa não tenha aprendido nada com estes acontecimentos recentes.
A confiança nas instituições degrada-se, e com ela a coesão social e o discernimento necessários para enfrentar situações de emergência, caso do apagão que afetou a Península Ibérica.
As consequências de uma maior militarização poderão afetar negativamente os esforços humanitários de acolhimento de refugiados, que marcaram o principal esforço coletivo europeu da década passada.