POTUS quer “espevitar” a economia, mas Warsh não vai querer ter o mandato marcado pelo regresso da inflação, que em março acelerou de 2,4% para 3,3%, a taxa mais alta desde maio de 2024.
A semana que agora começa volta a trazer esperança que a a administração Trump consiga pôr fim ao shutdown mais longo da história dos EUA provocado pela oposição dos democratas ao Orçamento de Estado do Governo republicano que exigem cedências.
Especialistas consultados pela Bloomberg esperam que a Reserva Federal mantenha as taxas diretoras em alta. O tão esperado alívio não é já para esta sexta-feira.
Depois do mínimo de 50 anos em janeiro, a taxa de desemprego subiu inesperadamente, embora só 0,2 pontos percentuais, enquanto a criação de emprego voltou a superar expectativas. Os ganhos salariais aceleraram novamente, mas menos do que o esperado, dando algum otimismo na vertente da inflação.
Há componentes estruturais na inflação: a pressão sobre os salários é real e o redesenho das cadeias produtivas tem custos perenes. Amanhã não é a véspera do dia da vitória sobre a inflação, e o combate vai durar.