Num mundo em que os estreitos se fecham selectivamente, o valor de uma fachada atlântica sobe sem o país mover um dedo, e quem a tem ou a rentabiliza ou vê outros usá-la.
Depois de um semestre difícil, tudo mudou e já há estaleiros a recusar navios. O negócio vale 273 milhões. Portugal concorre com a Turquia com mão de obra mais barata e apoios a fundo perdido.