Reforma laboral deverá voltar à AR, mas PS e Chega divergem sobre o caminho
O ponto de convergência entre os dois deputados é, assim, a necessidade de voltar à mesa das negociações. O desacordo está no ponto de partida: para o Chega, a reforma laboral tem de ser acompanhada por uma reforma fiscal que alivie a pressão sobre empresas e trabalhadores; para o PS, a alteração da legislação deve integrar uma estratégia económica mais abrangente, com aposta na produtividade, qualificação, inovação, capitalização empresarial e reforço do diálogo social.