recessão

2023, o ano da deflação?

Veremos como reagirão os bancos centrais se, em 2023, em vez de inflação tivermos deflação, ou seja, uma queda generalizada dos preços, derivado de mais um erro de política monetária. A volatilidade verificada nos mercados financeiros chega agora à economia real.
Pedro Lino, Economista23 Dez
2023, o ano da deflação?

É Natal, não é?

Em Portugal, habitualmente a culpa morre solteira. Aliás, reparem como há meses que não se ouvem notícias acerca dos processos dos poderosos que todos conhecem. Parece que vivemos numa bolha onde nada se passa, nada evolui, nada tem consequências.
É Natal, não é?

Lavar os dentes

Há componentes estruturais na inflação: a pressão sobre os salários é real e o redesenho das cadeias produtivas tem custos perenes. Amanhã não é a véspera do dia da vitória sobre a inflação, e o combate vai durar.
Lavar os dentes

A surpresa

Mais uma vez, os bancos centrais estão a agir tarde, tendo em conta os sinais de inflação registados ainda em 2021. Corremos, assim, o risco de se cometerem excessos e de se destruir a recuperação pós-pandemia.
A surpresa

Moedas entre dois mundos

Carlos Moedas sabe que o equilíbrio na CML é muito sensível. Mais. Também é importante que encontre pontos de sintonia com o discurso de Luís Montenegro e não ceda à comunicação social e aos 'opinion makers'.
Vítor Norinha12 Ago
Moedas entre dois mundos

Que fazer agora?

A Rússia defendeu-se das sanções com medidas retaliatórias para fazer com que o efeito das sanções fosse reflectido mais rapidamente no Ocidente. Como irá a situação evoluir?
Rui Mayer, Advogado19 Jul
Que fazer agora?