Num comunicado publicado na sua página oficial, a empresa chinesa afirmou que o investimento reforça a presença internacional, o alcance e a competitividade do grupo Anta no mercado de artigos desportivos.
Marca alemã está a sair de uma grave crise financeira com uma tremenda aposta no mercado chinês e no patrocínio a seleções como Portugal que conta com milhões de seguidores nas redes sociais.
É uma velha máxima do futebol mundial que também se aplica aos equipamentos desportivos. Mas há uma relação de 75 anos (e de 50 milhões de euros) que está prestes a terminar.
O negócio atinge os 1,5 mil milhões de euros com a Anta a fazer a aquisição com recursos próprios. A empresa chinesa adquire ações que estavam na posse do Groupe Artémis, que é a empresa de investimento da família Pinault, passando a ter uma participação de 29,06% na marca desportiva.
A empresa registou um decréscimo de 2% nas vendas ajustadas no segundo trimestre. Porém, é a expetativa para o total de 2025 que está a receber a atenção dos investidores, já que a empresa espera uma queda de dois dígitos na faturação, ao invés do crescimento com que estava a contar anteriormente.
Em bolsa, marcas como a Nike e Adidas desvalorizaram muito nos últimos cinco anos. Redefinir estratégias é imperativo, avisam os analistas de mercado ouvidos pelo JE.
A publicidade da Zara que fez correr tinta nos últimos dias levou a um pedido de desculpas da marca aos clientes e eventuais visados. Por outro lado, numa decisão tornada em 2022 e tornada pública esta terça-feira, a Puma deixará de patrocinar a seleção israelita em 2024.
Dois irmãos alemães, um deles conhecido por ser uma espécie de Casanova e que foi preso na segunda guerra mundial e o outro convenceu Jesse Owens a calçar a sua marca nos Jogos Olímpicos de Berlim, chatearam-se e criaram duas das maiores marcas deportivas mundiais. Uma delas vai passar a equipar a seleção portuguesa a partir de 2025.