As novas tarifas sobre o carbono, que entram em vigor a 1 de Janeiro, podem reacender o conflito comercial com os EUA, enfraquecendo a economia europeia, ainda convalescente.
O maior protecionismo da economia americana, a continuação da desglobalização e o regresso das tarifas trazem incerteza, mas nos mercados financeiros trazem beneficiados.
A fusão entre entidades bancárias é um dos pressupostos desta União, cria enormes sinergias e devia ser fomentada, mas isso não acontece. A Europa é protecionista de uma forma invisível.
Porto recebe pela primeira vez reunião mundial sobre Direito Aduaneiro. Só em setembro do próximo ano, mas até lá – e até 2037 – estará em análise uma alteração profunda do contexto finalmente comum da atividade aduaneira. O especialista José Rijo explica ao JE o que está em causa.
O protecionismo está de volta. É praticado pela China, pelos Estados Unidos e pela Europa. E faz parte do ambiente belicista que se vai instalando de forma mais ou menos generalizada.
Com um setor automóvel global em rápida transformação, a coordenação internacional e o diálogo multilateral serão cruciais para mitigar as tensões comerciais e promover um ambiente de comércio justo e sustentável.