Taxa de carbono europeia ameaça tornar mais caros portos portugueses que temem fuga de carbono para Marrocos. Esgotamento da capacidade no estreito de Gibraltar é oportunidade.
Este porto ocupa agora o 14.º lugar do top 15 europeu de portos que mais cresceram, ultrapassando o porto de Marselha e aproximando-se do 13.º, ocupado pelo porto de Gdansk.
"Espera-se que 2024 seja um ano de franco crescimento no Porto de Sines, principalmente ao nível da carga contentorizada, onde se prevê que o porto registe a marca dos 2 milhões de TEUs", segundo a administração do Porto de Sines.
Em comunicado, o Porto de Sines destacou que "o segmento da Carga Geral, onde se inclui a Carga Contentorizada, que acumulou uma movimentação total de 5,7 milhões de toneladas, correspondendo a um acréscimo de 36%".
O Porto de Sines foi um dos convidados pelo MPA – Maritime and Port Authority of Singapore a participar num exercício de cibersegurança que congregou ainda os portos de Hamburgo, Tanger Med, Los Angeles e Seattle.
De acordo com a análise do Theo Notteboom, que dedica uma análise ao mercado marítimo-portuário europeu, o porto português movimentou 1,66 milhões de TEU no primeiro semestre deste ano, apesar de uma quebra de 4% face ao período homólogo.
O ministro das Infraestruturas, João Galamba, realçou a relevância do memorando "na promoção do desenvolvimento de infraestruturas portuárias, de transporte e materialização de corredores logísticos sustentáveis, verdes e digitais, visando o aumento da conectividade a uma escala global".
O projeto Arco Ribeirinho do Sul vai englobar seis municípios e está prevista a expansão do Metro Sul do Tejo, construção de duas pontes, um novo terminal fluvial na Moita e o desenvolvimento do Passeio do Arco Ribeirinho Sul.