O Try Better, Fail Better é o festival produzido pelo Teatro da Garagem desde 2008. A procura tem crescido de ano para ano e a qualidade dos projetos também. Palavra de Carlos J. Pessoa, diretor artístico da Garagem. À 19ª edição, o objetivo mantém-se: dar espaço à experimentação, ao erro, à colaboração. É dessa fibra que o teatro, a performance, precisa.
Três anos de obras de requalificação chegam ao fim. O D. Maria II regressa ao Rossio com a ambição, diz Pedro Penim, de “perceber de que maneira tudo aquilo que aconteceu enquanto estivemos fora pode transformar a casa para onde voltamos.”
Quarenta e sete espetáculos num total de quase 300 representações. Eis o cardápio da 80.ª edição do Festival d’Avignon, que decorre nesta cidade francesa de 4 a 25 de julho. No cerne do festival estará o verbo perguntar, porque este sempre foi, e continuará a ser, um espaço de debate.
Surfar a crista da onda é mais do que uma expressão. É uma forma de estar. Foi a pensar nisso que a Longchamp convidou o Shapers Club para criarem uma edição ultralimitada de pranchas de surf. Com muito estilo.
A Grada Kilomba, escritora e artista multidisciplinar, interessa acima de tudo refletir sobre a condição humana e o que nos define. O Brasil conhece-a bem. Grandes museus internacionais também. Agora, temos a oportunidade de vivenciar o trabalho desta artista portuguesa a viver em Berlim, na Albuquerque Foundation, em Sintra. Um regresso a casa.
A Bienal de Artes Contemporâneas, ou BoCA –num acrónimo que remete para o órgão da fala, aquele que veicula pensamentos – dá voz a emoções, traduz ou falsifica a realidade. Altifalante das perceções amiúde distorcidas e que importa confrontar neste “Camino Irreal”, título desta inédita edição da bienal, partilhada entre Lisboa e Madrid, de 10 de setembro a 26 de outubro.
Novembro está mais perto do que parece. A contagem decrescente para o Alkantara Festival, que regressa a Lisboa de 14 a 23 de novembro,está em curso. Dorothée Munyaneza, Vânia Doutel Vaz, Chiara Bersani e María del Mar Suárez são alguns dos nomes já confirmados.
No Alkantara Festival não se gritam alertas, pinta-se o mundo como aquilo que é, uma obra coletiva ora dolorosa, ora otimista, injusta e catártica, contraditória, violenta, paradoxal. Mas sem abdicar da esperança. De 15 de novembro a 1 de dezembro, o Alkantara agita Lisboa.
À 6ª edição, o Lisbon Art Weekend ganha fôlego e apresenta mais de 70 eventos em 40 espaços disseminados pela cidade, e uma programação exclusiva desenvolvida com instituições de referência da vida cultural lisboeta, como o CAM - Centro de Arte Moderna Gulbenkian, MAC/CCB e MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia.
O projeto GREENHOUSE representa Portugal em Veneza e realiza, de 3 a 5 de setembro, mais uma iniciativa no âmbito do tema da 60ª edição da Bienal: "Estrangeiros em Todos os Lugares".
A 3º edição da Colina das Artes acontece, entre 6 e 14 de setembro, em vários espaços da freguesia de São Vicente, em Lisboa. Música, teatro, cinema e tertúlias, tudo com entrada livre.
Da luta do povo palestiniano aos corpos negros, passando pela desconstrução de normas, se faz a edição deste ano do Alkantara Festival. As primeiras confirmações estão aí: Carolina Bianchi, Francisco Thiago Cavalcanti, Mamela Nyamza e Basel Zaraa.
A artista francesa ORLAN estreia-se em Portugal com a série "FEMMAGE", na Galeria do Centro Português de Serigrafia, no CCB. Provocações e reflexões sobre identidade, feminismo e história. Para ver até dia 2 de junho.
Portugal leva à 60ª edição da Bienal de Veneza, que inaugura a 20 de abril, um projeto artístico a seis mãos. Através de “Greenhouse”, Mónica de Miranda, Sónia Vaz Borges e Vânia Gala interpelam o nosso passado colonial nas suas múltiplas facetas.
Hoje, entre as 18h e as 21h, o Farol Hotel, em Cascais, realiza o último ‘sunset’ de verão com uma convidada muito especial, Cuca Roseta, uma das mais marcantes e reconhecidas vozes do Fado da atualidade.
A Música e as Artes vão invadir as ruas e praças de Évora de 5 a 10 de setembro. Seis dias para celebrar o mundo através do diálogo e pensamento crítico, do vagar e da vontade de fazer acontecer.
De 22 a 27 de agosto, o FUSO – Festival Internacional de Videoarte de Lisboa vai andar à solta pela capital, dando-se a conhecer em jardins e claustros da cidade, durante seis noites dedicadas à videoarte.
50 horas 'non-stop'? Eis a promessa do Serralves em Festa, que regressa em força nos dias 2, 3 e 4 de junho. Centenas de atividades vão ocupar vários espaços da Fundação, todas com entrada gratuita.
Uma peça a quatro mãos tem estreia absoluta a 24 de maio, no Mercado do Rato, em Lisboa. “Este peixe é um robalo” marca o início do Festival Temps d’Images, a decorrer até dia 11 de junho em vários espaços da capital.