Mais cauteloso nas palavras escolhidas que o Para Francisco, Leão XIV dá indicações de que o conflito no Médio Oriente continua no topo da agenda do Vaticano.
A confirmação foi dada por Luís Montenegro, que falava aos jornalistas à margem de uma visita à obra de construção do Hospital Central e Universitário da Madeira, no Funchal, onde se deslocou na qualidade de presidente do PSD e candidato às eleições legislativas de 18 de maio.
"O luto nacional vou assiná-lo agora, estou à espera do diploma do Governo, e será, em princípio, do dia 24 ao dia 26, que é o dia do funeral", declarou Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas, à porta da Nunciatura Apostólica da Santa Sé em Lisboa, onde assinou o livro de condolências pela morte do Papa.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, elogiou hoje a coragem do Papa Francisco em defesa da dignidade humana e recordou-o como um "amigo tardio mas intenso" de Portugal.
"Vou com a Melania ao funeral do Papa Francisco, em Roma. Mal podemos esperar!" escreveu, na sua rede social, Truth Social, o chefe de Estado norte-americano, cuja política anti-migração foi frequentemente criticada pelo falecido chefe da Igreja Católica.
Num comunicado onde pede energia mais renovável e que não se retroceda nas políticas ambientais (a propósito do Dia Mundial da Terra), a Zero lembra a importância do Papa Francisco, que morreu hoje aos 88 anos, na necessidade de se cuidar da “casa comum” que é o planeta Terra.
Na nota, o secretário-geral da ONU sublinhou que Francisco “deixa um legado de fé, serviço e compaixão para todos, especialmente para aqueles que estão marginalizados ou presos pelos horrores do conflito”.
O organismo presidido por Armindo Monteiro sublinha, em comunicado, que "recebeu com profunda tristeza a notícia hoje tornada pública da morte do Papa Francisco".
Em declarações aos jornalistas à saída da reunião da Comissão Política do Movimento para a Alternância Democrática (Madem G15), partido de que é presidente de honra, Embaló lembrou o Papa Francisco como “homem ímpar”.
“O FC Porto lamenta a perda do Papa Francisco e solidariza-se com a dor de todos os que sentem a morte de um promotor da paz e construtor de pontes e caminhos em comum”, sublinharam os ‘dragões’, numa nota publicada nas redes sociais.
O Papa Francisco morreu hoje aos 88 anos, após 12 anos de um pontificado marcado pelo combate aos abusos sexuais, guerras e uma pandemia. Nascido em Buenos Aires, a 17 de dezembro de 1936, Francisco foi o primeiro jesuíta a chegar à liderança da Igreja Católica.
Milhares de fiéis são esperados para esta oração do rosário, que será presidida pelo cardeal italiano Mauro Gambetti, segundo o gabinete de imprensa do Vaticano, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).
O primeiro-ministro Ulisses Correia e Silva classificou a morte do Papa Francisco como "uma grande perda para a humanidade e para a Igreja Católica", manifestando consternação e expressando as condolências.
O chefe de Estado decretou sete dias de luto oficial no Brasil e lembrou que Francisco também trouxe a questão das mudanças climáticas ao Vaticano e "criticou vigorosamente os modelos económicos que levam a humanidade a produzir tantas injustiças".
Em mensagem de condolências, João Lourenço afirmou que os cristãos católicos viam nele uma das grandes esperanças na construção de um mundo mais justo e equilibrado.
Isabel Capeloa Gil recorda o Papa Francisco, esta segunda-feira, salientando em nota de pesar que esperança foi não só o mote da sua vida, mas o seu legado, "uma mensagem particularmente relevante num mundo de dissidência e contradições".
Recordando que professava “o amor ao próximo”, uma das “mensagens originais do cristianismo”, o líder do PS referiu que o Papa “teve sempre na sua preocupação os mais desfavorecidos, os mais pobres, os mais frágeis”.
O primeiro-ministro manifestou o seu pesar pela morte de Francisco, que considerou ser “um exemplo para todos” e uma “fonte de inspiração espiritual e humana”.
Partidos políticos destacam o Papa como um "exemplo" a seguir e um "farol de esperança para milhões de católicos e não só". Presidente da República reservou uma declaração ao país, marcada para as 20 horas, para reagir à morte de Francisco.