Temos todos a aprender uns com os outros, mais velhos e mais novos, e o local de trabalho é hoje fundamental na gestão e conciliação de diferentes realidades, perceções e prioridades que caracterizam cada uma das gerações.
Nem tudo é tecnologia. Quando falamos de criar uma estratégia de transformação digital rumo à empresa inteligente, é preciso ter uma visão mais ampla, que considere o fator humano.
Os administradores não executivos deverão sempre encarar a sua função como múltipla e conectada com diferentes 'stakeholders', devendo ter um papel independente como agentes da 'Governance' da empresa.
Estudo da consultora QSP diz que 60% dos gestores apontam para "dificuldade de incutir uma cultura organizacional" como um dos principais desafios para a gestão das pessoas nas organizações.
Estes são os três principais riscos para as organizações relacionados com os colaboradores, concluiu a consultora Mercer. "Embora estes riscos não sejam exclusivos da Europa, os desafios geopolíticos, como as eleições nos principais países e os conflitos à nossa porta, juntamente com um ambiente económico difícil, exigem um equilíbrio entre a economia e a empatia", explica um especialista.
É fundamental que as organizações interiorizem o tema da cibersegurança numa estrutura orgânica através de um modelo de governação de segurança eficaz.
Será sempre fundamental ter um plano de adoção robusto, incluindo formação inicial aos utilizadores sobre como tirar o melhor partido desta nova tecnologia e mitigar os seus riscos.
Mais do que um rótulo, a reputação certa é uma força intangível que atrai clientes e fideliza colaboradores, impulsionando o crescimento. Ou seja, é a chave para o sucesso de qualquer organização.
Tenho esperança de que o crescimento desta realidade proporcione algo que, até hoje, os consultores fiscais não terão tido em quantidade satisfatória: tempo para pensar fiscalidade.
No global, a integração aplicada da IA em ferramentas funcionais para áreas como recursos humanos, finanças e operações, está a tornar empregos e tarefas menos táticos e mais estratégicos.
2024 é apontado como o ano da regulamentação da IA. As empresas terão de preparar-se para aderir a novas normas em matéria de privacidade dos dados dos consumidores, ética e cibersegurança.
Fernando Reino da Costa, CEO da Unipartner, esteve presente da Conferência das Partes (COP28) a convite do Secretariado para as Alterações Climáticas. No regresso, falou com o Jornal Económico sobre a preponderância do digital para a luta contra as alterações climáticas, um dos temas em destaque no evento que decorre no Dubai até esta terça-feira.
As empresas devem adotar uma abordagem proativa para a proteção de dados, o que implica a implementação de políticas de privacidade claras e políticas de segurança robustas. E não só.
Em Portugal e apesar de 1,6 milhões de habitantes viverem abaixo do limiar da pobreza, estima-se que ainda sejam desperdiçadas 1,8 milhões de toneladas de alimentos todos os anos.
Com as empresas e os consumidores a assumirem um maior controlo sobre as informações que fornecem, a recolha de mais dados de origem e de primários substituirá os dados de terceiros.
Aqui se evocam exemplos que mostram que a mudança organizacional, eliminando a burocracia, é possível, oferecendo matéria para reflexão a organizações do setor privado e público.