Em vez de perguntarmos quanto custa criar um verdadeiro sistema de cuidados de longa duração, deveríamos começar por perguntar: quanto custará a Portugal não o criar?
"São necessários mais compromissos para garantir um apoio eficaz para satisfazer as necessidades dos países parceiros, em especial para investimentos na transição para energias limpas", diz a OCDE.
Os dados constam do perfil do cancro em Portugal apresentado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e pela Comissão Europeia (CE) e que refere que a doença oncológica é a segunda principal causa de morte no país, com a taxa de mortalidade a diminuir a um ritmo mais lento do que a média da União.
Sem confiança nas instituições, a sociedade definha e a democracia com ela. A atual situação é uma oportunidade de calibragem, de revisão do caminho que está a ser feito.
A presidência de Trump não representa um mundo novo. É o regresso dos EUA ao isolacionismo, alheio a tudo o que se passa fora das suas fronteiras que não lhe traga benefícios imediatos.
Num estudo publicado agora, os economistas Nuno Torres e Óscar Afonso defendem a necessidade de uma reforma profunda do Estado para que o país se torne mais competitivo.
O estudo, publicado sob chancela da associação Causa Pública, acrescenta que o caso português “foi mesmo o que mais se deteriorou” em todos os 38 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e que, na última década, os preços de compra de habitação “mais do que duplicaram em Lisboa, Porto e Algarve”.
O Produto Interno Bruto (PIB) do G20 cresceu 2,8% no terceiro trimestre face ao mesmo período de 2023, ligeiramente abaixo da taxa de 3,0% registada no trimestre anterior, de acordo com as estimativas provisórias da OCDE hoje divulgadas.
No relatório mensal de dezembro, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) reduziu a previsão de aumento anual do consumo do “ouro negro” em 210.000 e 90.000 barris por dia, respetivamente, este ano e no próximo.
Também são muitos os que dizem ter excesso de qualificações para o trabalho que exercem (14%), segundo o estudo que inquiriu 3.160 adultos que representam os cerca de 6,6 milhões de adultos residentes no país.
Portugal deve crescer 1,7% este ano e 2% no próximo, acima da média da zona euro de 0,8% e 1,3%, respetivamente. Melhor do que os motores económicos do bloco, Alemanha e França. OCDE deixa avisos do lado orçamental.
Portugal deve crescer 1,7% este ano e 2% no próximo, acima da média da zona euro de 0,8% e 1,3%, respetivamente, e substancialmente melhor do que os motores económicos do bloco, Alemanha e França. Ainda assim, a OCDE deixa avisos do lado orçamental.
"Prevê-se que o crescimento na área do euro aumente de 0,8% este ano para 1,3% em 2025 e 1,5% em 2026, com a capacidade não utilizada eventualmente sendo eliminada até o final de 2026", lê-se nas perspetivas económicas.
Desta forma, Portugal surge na 16.ª posição entre os 36 países da OCDE cujos dados para 2023 estavam disponíveis, sendo que o país com maior carga tributária é a França, com 43,8%, enquanto a menor foi registada no México, com 17,7%.
A REN apresenta, esta quinta-feira, os resultados do terceiro trimestre. Nos primeiros seis meses do ano, os lucros da energética liderada por Rodrigo Costa caíram 23% para 48,6 milhões de euros, em termos homólogos.
O INE apresenta, ao final da manhã, os números da inflação em outubro. Em setembro, o IPC acelerou 0,2 pontos percentuais, numa comparação homóloga, para 2,1%.
Portugal ocupa o 35º lugar dos 38 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico considerados no Índice de Competitividade Fiscal relativo a 2024, escreve o "Eco".
Um primeiro passo para a assinatura desta convenção multilateral foi dado no dia 19 de setembro, com o documento a ser firmado por nove jurisdições. Em resposta à Lusa, fonte oficial do Ministério das Finanças referiu que Portugal tomou a opção de aderir a esta convenção, tendo feito chegar esta sua intenção à Organização para a Cooperação e desenvolvimento Económico (OCDE).
O documento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) destaca que políticas globais, abrangendo todo o ciclo de vida dos plásticos, podem reduzir as fugas de plástico para o ambiente em 96% até 2040.