O Nobel da Economia 2026 talvez encerre um paradoxo que é o de celebrar o triunfo académico de uma visão do mundo económico no momento em que os decisores políticos parecem cada vez mais afastar-se dela.
O grande risco, 32 anos depois do relatório Porter e da sistematização da ideia dos clusters, é que o estudo encomendado pela CIP e pelo IDL, e patrocinado por 30 empresas, fique na mesma gaveta.
O estudo surge num momento em que o debate sobre o crescimento económico de Portugal volta a ganhar centralidade, num contexto de desaceleração europeia e de pressão sobre o modelo de desenvolvimento assente em baixos custos e forte dependência de fundos externos.
Agion e Howitt explicam que, em monopólio, não há incentivos para inovar, mas se a estrutura for muito concorrencial, as empresas também não terão margem comercial para inovar.
Os investigadores do MIT e da Universidade de Chicago foram distinguidos pelo trabalho na área da relação entre a qualidade institucional e a prosperidade das nações.
Os economistas afirmam que um segundo mandato de Trump teria “um impacto negativo na posição económica dos EUA no mundo e um efeito destabilizador na economia interna” do país.
Segundo Claudia Goldin, Nobel da Economia 2023, o aumento da participação das mulheres no mercado de trabalho foi a alteração laboral que mais contribuiu para o aumento do PIB nas últimas décadas.