NATO

NATO/Cimeira: Dinamarca preparada para defender “cada centímetro” da Gronelândia

À chegada ao segundo dia da cimeira da NATO, que termina hoje em Ancara, capital da Turquia, a governante dinamarquesa foi questionada pela imprensa sobre o facto de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter voltado a insistir, no primeiro dia da reunião, que a Gronelândia, território autónomo da Dinamarca, deveria ser controlado por Washington, sugerindo novamente que pode retirar “todas as tropas” da Europa.
NATO/Cimeira: Dinamarca preparada para defender “cada centímetro” da Gronelândia

Von der Leyen e Mark Rutte combinam uma NATO à europeia

Os dois consideram que a Europa precisa de reduzir a dependência dos Estados Unidos e de armar-se, como está a fazer a Rússia. Se possível com um banco especializado, diz o Canadá. No mesmo dia, Donald Trump recuperou a retórica sobre a Gronelândia, baralhando as contas dos europeus, de quem se queixou por causa do Irão.
Von der Leyen e Mark Rutte combinam uma NATO à europeia

Estados Unidos poderão não fornecer apoio prometido à NATO, diz secretário-geral

"Se rebentar uma guerra, é claro que todos os aliados, incluindo os Estados Unidos, farão tudo o que estiver ao seu alcance. Não digo que possam cumprir tudo o que prometeram no âmbito do modelo de forças da NATO, mas darão o máximo", disse Rutte à imprensa à chegada a uma reunião dos ministros aliados da Defesa, na sede da Aliança Atlântica, em Bruxelas.
Estados Unidos poderão não fornecer apoio prometido à NATO, diz secretário-geral

NATO faz parceria com ESET, Microsoft e Palo Alto Networks na cibersegurança

O objetivo da parceria passa por "reforçar" a resiliência coletiva face às crescentes ciberameaças e "promover" um ciberespaço livre, aberto, pacífico e seguro, em conformidade com as obrigações internacionais, e "aprofundar" a cooperação entre a NATO e a indústria através do diálogo, da partilha de informação, da troca de boas práticas e da coordenação de atividades em áreas de interesse comum.
Ruben Pires28 Mai
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Estará a paz mais próxima?

Sem uma vitória clara, ou pelo menos a noção de que uma das partes é a vencedora, as causas reais destes conflitos – Ucrânia e Golfo Pérsico – permanecerão lá, agravadas pela frustração resultante da falta de uma conclusão.
Rui Mayer, Advogado27 Mai
Estará a paz mais próxima?