O novo estudo pan-europeu do Mastercard Economics Institute (MEI) – Experience Economy 2026 –, realizado junto de mais de 27 mil pessoas, revela uma crescente procura por experiências mais humanas, assentes na comunidade, na intimidade e na autenticidade. À medida que a IA se integra no dia a dia, 64% dos portugueses planeiam reequilibrar a vida online, privilegiando atividades offline.
A Allianz Trade anunciou hoje uma parceria com a Mastercard para alargar o seguro de crédito comercial aos emissores que utilizam Cartões de Números Virtuais (VCN) da Mastercard, com o objetivo de reforçar a segurança dos pagamentos entre empresas no setor das viagens.
Paulo Raposo, Country Manager da Mastercard em Portugal, afirmou que “o novo Centro de Excelência para a Inovação em Lisboa reforça o papel de Portugal na estratégia global da Mastercard, acelera a transformação dos pagamentos digitais e impulsiona o crescimento
económico local através da criação de emprego e da valorização do talento".
Os data centers surgem como uma das principais apostas deste Governo. O ministro Pinto Luz revelou que existem mais de três dezenas de projetos em pipeline e que o Executivo está a criar “fast tracks” para acelerar este tipo de investimento, nomeadamente através da definição de zonas com elevada disponibilidade energética.
Recorde-se que a primeira edição do programa teve como vencedora a fintech portuguesa Rauva, enquanto em 2025 Portugal voltou a destacar-se com a presença da Paynest na final.
“Estamos altamente dependentes de soluções de [pagamento] internacionais”, disse Martina Weimert, diretora executiva da European Payments Initiative (EPI).
As receitas da Mastercard tiveram um crescimento de 16% para 32,8 mil milhões de dólares em 2025. Crescimento orgânico na rede de pagamentos e nos serviços e soluções de valor acrescentado contribuíram para esse resultado.
Com esta implementação, a Nickel torna-se a primeira fintech em Portugal a adotar esta funcionalidade na sua app, o que, garante a empresa, "reforça o compromisso com a segurança e a simplicidade nas transações digitais".
A análise é da vice-presidente de Fintech & Enablers da Mastercard Western Europe, Elena Martinez, que falou com o Jornal Económico (JE) sobre as tendências das fintech no espaço europeu, nomeadamente o potencial da IA para o setor, que classifica como "vasto e entusiasmante". A ocasião foi a competição "Mastercard For Fintechs 2025", que decorreu em Barcelona em meados de novembro.
De acordo com os analistas ouvidos pelo Jornal Económico (JE), as stablecoins podem ter o potencial não só de manter a vantagem competitiva das duas empresas, como eventualmente de reforçar a sua força no mercado.
Desde a sua criação, em 2014, o Mastercard Start Path acolheu mais de 475 startups em mais de 60 países e muitas delas estão a entrar nos mercados públicos, a atingir o estatuto de unicórnio e a explorar compromissos comerciais alargados com a Mastercard e os seus clientes.
"As duas empresas vão agora enfrentar outras fintechs de Bélgica, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos na final, em Barcelona, no dia 19 de novembro", refere a organização do Mastercard for Fintechs Iberia.
Munique foi a mais recente cidade a receber a final da UEFA Champions League, a 31 de maio, sendo esperado que o setor hoteleiro da cidade tenha registado um impacto positivo.
"Atualmente, cerca de metade das transações de comércio eletrónico da Mastercard na Europa já utilizam tokenização. Este tipo de transações – incluindo através do armazenamento de cartões no comércio eletrónico, denominado Secure Card on File (SCOF), Click to Pay e carteiras digitais – registou um crescimento de mais de um terço no último ano", salienta a empresa.
Número supera a média europeia, segundos um estudo recente da Mastercard, que é de 67%. Apenas a Polónia (82%) e a Irlanda (83%) apresentam percentagens superiores.
Entidades que representam empresas como o Aldi, a Amazon, Carrefour, eBay, H&M e Ikea entregaram uma queixa na Comissão Europeia sobre a "opacidade e complexidade" das "taxas elevadas" cobradas pela Visa e Mastercard. Analistas consultados pelo JE referem que a queixa pode causar disrupção no modelo de negócio das duas empresas que dominam as redes de pagamento, enquanto outros afirmam que o apelo feito pelos retalhistas "não deve ter qualquer impacto, pelo menos para já".
Empresas como a Aldi, Amazon, Carrefour, eBay, H&M e Ikea queixaram-se a Maria Luís Albuquerque que a Visa e a Mastercard, está a aumentar as taxas "sem qualquer desafio competitivo ou escrutínio regulatório".