lusofonia

Moçambique paga mais de mil milhões de euros só em dívida interna até 2026

O aumento da dívida pública interna surgiu em consequência do afastamento de Moçambique dos mercados financeiros internacionais, depois do escândalo das dívidas ocultas, no âmbito do qual foram descobertos avultados empréstimos contraídos sem o aval do Parlamento e sem informação aos doadores internacionais, forçando o recurso a endividamento interno para financiar a despesa pública.
Moçambique paga mais de mil milhões de euros só em dívida interna até 2026

UTAD abre candidaturas para 50 bolsas integradas no Lusofonia +

"Como destino universitário cada vez mais global, multicultural e inclusivo, a UTAD assume este compromisso com a cooperação internacional e com a promoção da Língua Portuguesa no mundo. Em conjunto com algumas empresas, queremos elevar as qualificações destes estudantes para que, no futuro, possam ser agentes de mudança e contribuir para o pleno desenvolvimento dos seus países de origem", disse o reitor da UTAD, Emídio Gomes.
Ruben Pires3 Set
UTAD abre candidaturas para 50 bolsas integradas no Lusofonia +

Abstenção portuguesa sobre IRC global na ONU contraria lusofonia

“A análise do padrão de voto indica que os países africanos e do Sul Global votaram a favor da resolução, enquanto grande parte dos países ocidentais ou se abstiveram ou votaram contra”, comenta o Representante Permanente de Angola junto das Nações Unidas, embaixador Francisco José da Cruz, em declarações ao Jornal Económico (JE).
Inês Amado23 Ago
Abstenção portuguesa sobre IRC global na ONU contraria lusofonia

Cabo Verde e Guiné-Bissau entre os países africanos no novo programa-piloto do Grupo Banco Mundial

"Desde 01 de julho que temos em 20 países uma pessoa do Grupo Banco Mundial que representa o grupo todo, em África são oito países, nos quais selecionámos uma colega que representa o BancoMundial, a Corporação Financeira Internacional e a MIGA", disse o vice-presidente do Corporação Financeira Internacional (IFC), o braço do Grupo para o seto r privado.
Cabo Verde e Guiné-Bissau entre os países africanos no novo programa-piloto do Grupo Banco Mundial