Retalhista conta com cerca de 1800 colaboradores e 38 lojas em todo o país. Colaboradores recebem, em média, o equivalente a 6,39% do rendimento anual bruto.
Apesar da queda do preço do petróleo, da desvalorização do dólar e da paragem da refinaria de Sines, conseguiu fechar o ano com lucro histórico. Investimento em Portugal subiu para 420 milhões. Dividendo vai subir para 64 cêntimos com programa de recompra de ações de 250 milhões.
Este desempenho positivo é suportado por um volume de negócios consolidado de 68,1 milhões de euros, o que representa um crescimento de 11,5% face ao mesmo período de 2024, revela a tecnológica em comunicado.
Lucro líquido da tecnológica chinesa totalizou 505 milhões de dólares (cerca de 455 milhões de euros). Excluindo itens não-monetários, o lucro líquido ajustado foi de 389 milhões de dólares (aproximadamente 353 milhões de euros), um aumento de 22%.
Num comunicado em que informa que o relatório e contas consolidadas de 2024 foi hoje aprovado em assembleia-geral, a AdP refere que o volume de negócios do grupo ascendeu a 830,2 milhões de euros, o que traduz um crescimento homólogo de 5%, devido essencialmente ao aumento das atividades de saneamento.
Banco Nacional Ultramarino (BNU) em Macau anunciou hoje uma queda de 18,4% nos lucros líquidos nos primeiros três meses de 2025, em comparação com o mesmo período do ano passado.
A empresa arrecadou nos primeiros três meses de 2025 receitas de 11,2 mil milhões de dólares de Hong Kong (1,28 mil milhões de euros), também um aumento de 6,2% em relação ao mesmo trimestre do ano passado.
Os resultados auditados da empresa de Marketing e Corporate Affairs confirmam o forte crescimento do negócio, conforme previsto em fevereiro. As receitas totais e operacionais da consultora aumentaram 19%, atingindo 115,1 milhões de euros e 93,1 milhões de euros, respetivamente, estabelecendo um novo recorde para a empresa.
A BYD fechou o ano com receitas de 99,2 mil milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 29% face ao ano anterior. Já o lucro atribuível aos acionistas aumentou 34%, para os 5,1 mil milhões de euros.
O Jornal de Notícias faz esta quinta-feira machete com a banca, adiantando que as cinco principais instituições do sistema estão a compensar o impacto da descida das taxas de juro com as comissões que cobram aos clientes.
"A evolução do resultado líquido consolidado foi influenciada pelo decréscimo do EBIT recorrente (-2,4 milhões de euros face a 2023) assim como pela evolução do imposto sobre o rendimento do período (+8,2 milhões de euros face a 2023)", justifica a empresa em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Para a Europa, esta é uma oportunidade única para se unir, integrar e investir em infraestruturas, no mercado intracomunitário, na defesa e nas suas condições únicas, diferenciadoras a nível social e ambiental.
Nos últimos quatro anos, a empresa registou um crescimento anual superior a 10%, impulsionado por mudanças estratégicas como serviços de subscrição e iniciativas Direct-to-Consumer (D2C). A expansão das operações Business-to-Business (B2B) também teve um papel importante neste aumento.
Para este resultado no exercício fiscal de 2024, contribuíram significativamente os honorários cobrados pelos profissionais. As horas cobráveis aumentaram em praticamente todos os graus de remunerados.
Nos primeiros nove meses do ano, o banco de investimento obteve um lucro líquido atribuído de 9.602 milhões de dólares (8.798 milhões de euros), 59% acima do resultado registado no mesmo período do ano passado, enquanto o volume de negócios alcançou 39.643 milhões de dólares (36.324 milhões de euros), mais 13%.