Dois livros do autor norueguês Karl Ove Knausgård. Em português, a coletânea de textos curtos dedicada à filha mais nova. Em inglês, deambulações do autor pela vida e obra do pintor Edvard Munch.
Partimos na companhia de Antoine Saint-Exupéry, o aviador que se apaixonou pela escrita e nos deixou relatos tão diversos como “Voo Noturno” ou o eterno “O Principezinho”, e vamos até lugares que marcaram a sua vida e obra.
Para Jerry Brotton, historiador britânico, professor de Estudos do Renascimento e um profundo amante de mapas, em papel, claro, tudo lhe dizia que era preciso escrever sobre a invulgar história da orientação.
Com este livro, o historiador Roger Crowley não só faz uma leitura mais profunda da história do comércio de especiarias, como também convida os leitores a refletir sobre como este mesmo comércio transformou a economia e a geopolítica da Europa no século XVI.
O jornalista Xesús Fraga percorre neste livro aquilo a que chama “coluna vertebral, física e simbólica da Galiza”, imergindo na História local e nas histórias dos seus habitantes, num registo tão lírico quanto informativo, sem abusar de um nem do outro.
Com o seu habitual sentido de humor, Byron, um dos escritores de viagens mais literatos, descreve com minúcia o quotidiano dos monges, os mosteiros e os seus tesouros por terras de Bizâncio.
Há pessoas que, ao narrarem a sua vida, nos dão a conhecer, de forma profunda, o lugar e a época em que viveram, pintando, assim, um quadro mais abrangente. É o caso deste livro único de Shen Fu, funcionário público chinês que viveu durante a Dinastia Qing.
Ao seguir as pegadas do explorador irlandês Frederick Carter, da Índia ao lago Tanganica, passando por Zanzibar, a jornalista inglesa Sophy Roberts dá-nos conta da irracionalidade que foi essa aventura.
Eis um cruzamento entre a autobiografia de Padura e os livros onde descreve a capital cubana, 'mix de aspetos menos conhecidos e surpreendentes, com fotografias de Carlos T. Cairo.
Tornar os sonhos realidade é uma tarefa árdua. Quando a aventura se transforma em pesadelo, sobreviver é uma luta sem tréguas. À deriva no Pacífico durante quatro meses, Maurice e Maralyn só se têm um ao outro. Uma história de amor pela pena de Sophie Elmhirst.
Numa altura em que a Europa se confronta com alguns espasmos de dor que não são de crescimento, mas de afirmação e continuidade, é importante voltar a Norman Davies.
Mikhail Shishkin tenta, com este livro, explicar-nos – a nós, leitores ocidentais – a Rússia, a sua guerra e como o povo russo está refém de uma classe de dirigentes políticos que construiu uma doentia noção de nacionalismo.
As fronteiras determinam quem somos e como vemos o mundo. E, nesta obra, o geógrafo Maxim Samson apresenta 30 destes 'limites invisíveis', exemplos das muitas formas como nos relacionamos e experienciamos o mundo.
O espírito aventureiro de Jack London fê-lo tornar-se pirata de ostras na Baía de São Francisco, viajar como marinheiro até ao Japão e, depois, juntar-se a outros vagabundos que percorriam os EUA.
Ferreira de Castro percorre lugares pouco explorados na época ou berço de importantes civilizações, como Rodes, Córsega, Egito, Cartago, Palestina ou a ilha de Monte Cristo e dá-nos conta da vida e costumes das suas gentes.
Quase 1300 anos depois, o historiador Michael Wood resgata Du Fu para o Ocidente, aquele que, junto com Li Po, é considerado um dos grandes poetas chineses da dinastia Tang.
Domingos Tavares narra a história da cidade do Porto, do ponto de vista da sua arquitetura, desde os tempos em que era um mero castro até aos dias de hoje. Um belo passeio.
Neste ensaio, Sasha Lima aborda as diferenças de atitude do consumo de chá na China e na Europa e o grande mistério, para os europeus, que envolvia o seu fabrico.
Como o desembarque de “gente sem maneiras, de estranho linguajar e grandes apêndices nasais” rapidamente deu lugar a trocas comerciais e relações diplomáticas?