Norte é o primeiro volume desta “Melancolia dos Confins”, em quatro estações, publicado pela D. Quixote. Nele Mathias Enard desenha o seu atlas pessoal, cartografia íntima de um mundo feito de hiperligações.
Erling Kagge narra aqui a história da perseguição do sonho de atingir esta região remota e inóspita, onde há um único nascer do sol por ano e um único pôr do sol, a que se seguem seis longos meses de escuridão. Sonho esse que o próprio concretizou já por duas vezes.
Como oficial da marinha francesa, Pierre Loti foi cinco vezes ao Japão, entre 1885 e 1901. Fascinado por paisagens e civilizações exóticas, o arquipélago nipónico inspirou-lhe dois dos seus romances e este relato de viagem.
"Como Animais", de Violaine Bérot, é um romance contundente sobre a violência institucional, o preconceito face à diferença e o lugar do ser humano na natureza.
Rachel Carson foi ecologista nata, ainda antes da ciência estar definida, e bióloga marinha. Com ela deram-se os primeiros passos na fundação de uma ética ambientalista.
Nesta iniciativa da Fundação Oriente, que decorre de 29 de novembro a 18 de dezembro no Museu do Oriente, em Lisboa, os livros do seu catálogo são o ponto de partida para leituras e conversas onde a viagem é tema comum. José Luís Peixoto é o autor convidado para a primeira “viagem falada”.