Quem está a ganhar a guerra, EUA/Israel ou o Irão? Nenhum deles. A China é quem está a ganhar. Enquanto a destruição prossegue ao ritmo das mentiras de Trump, o Império do Meio abre-se e reinventa-se.
Em declarações à RTP ao início da tarde, Emídio Sousa explicou que os 13 portugueses que vivem no Irão ainda não avançaram com qualquer pedido de repatriamento e que foram registados “casos de pessoas que estavam em viagem e que foram surpreendidas pelos acontecimentos e pelo encerramento do espaço aéreo”.
Os esforços feitos ao longo dos últimos meses pelos mediadores - Egito, Qatar e Estados Unidos - não conseguiram, até agora, alcançar um cessar-fogo duradouro para a guerra israelita que assola a Faixa de Gaza há 22 meses, e onde, segundo a Defesa Civil, mais 19 palestinianos foram hoje mortos em bombardeamentos e tiroteios israelitas.
“Deixem-me ser muito clara: uma Ucrânia falhada enfraqueceria a Europa, mas também os Estados Unidos. Intensificaria os desafios no Indo-Pacífico e ameaçaria os nossos interesses comuns”, advertiu a presidente do executivo comunitário, no discurso proferido na Conferência de Segurança de Munique, marcada pelo anúncio de Trump sobre o início de negociações de paz na Ucrânia com o Presidente russo, Vladimir Putin.
O Tribunal, cuja deliberação não é vinculativa, considera que Israel ocupa a Cisjordânia e Gaza, ocupação essa que viola o direito internacional, discrimina e segrega sistematicamente os palestinianos e deve levar a reparações à população local afetada, que tem o direito de regressar às suas casas.
O Mecanismo Nacional de Prevenção (MNP) da tortura apontou como um dos fatores de risco, na sua visita ao Centro de Instalação Temporária do Aeroporto de Lisboa, os "índices de lotação sistematicamente muito altos", indica um relatório hoje divulgado.
Uma nova proposta de lei para deportar imigrantes ilegais do Reino Unido para o Ruanda foi hoje aprovada na generalidade no parlamento britânico, evitando uma derrota do Governo por deputados do próprio partido Conservador.