O Jornal Económico faz 10 anos. Estamos de parabéns. Se chegámos aqui é porque estamos a cumprir a nossa missão de informar, de selecionar o que é mais importante para quem nos lê, ouve e vê. De sermos úteis.
Que soluções estão em cima da mesa para salvaguardar o jornalismo de investigação, numa época em que as administrações alegam constrangimentos financeiros para sufocar cada vez mais as redações e desviá-las do serviço público?
Esta sexta-feira está nas bancas de todo o país a edição semanal do Jornal Económico. Leia tudo na plataforma JE Leitor. Aproveite as nossas ofertas para assinar o JE e apoie o jornalismo independente.
Portugueses admitem sentir-se confortáveis quando jornalistas se apoiam na Inteligência Artificial (IA) para a produção de conteúdos, nos quais excluem ajudas em temas como política e crime. Ainda assim, quando são notícias produzidas por IA com alguma supervisão humana, um quarto dos inquiridos assume estar "desconfortável".
A propósito do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que se assinala na sexta-feira, a AI apela em comunicado para que “a liberdade para informar vença sempre os ataques a que está sujeita”, frisando “o papel crucial” dos jornalistas, mas também ”os perigos que ainda enfrentam a nível global”.
O jornalismo continua sob ataque e os jornalistas vivem uma situação de enorme vulnerabilidade e desproteção, face à ganância de administrações que apenas querem cortar custos.
Os dados da ‘Sonda +M/Central de Informação’ concluem que 86% dos jornalistas considera que o modelo de financiamento dos media é o principal problema que o sector dos media atravessa.
A colaboração entre a IA e os meios de comunicação social representa uma oportunidade para reinventar e fortalecer a maneira como nos conectamos e nos informamos.
Se existimos é graças à nossa comunidade e foi a pensar nela que decidimos avançar com o JE Advisory, dedicado à advocacia de negócios, banca de investimento e consultoria.
Em comunicado, os jornalistas do título de economia do Global Media Group (GMG) anunciam que vão "utilizar o site e o caderno semanal do Dinheiro Vivo como meios de luta".
Horas antes do início do 5.º Congresso dos Jornalistas, previsto para as 18h00, no Cinema São Jorge, em Lisboa, o semanário Expresso revela algumas propostas defendidas por empresários, gestores e acionistas, entre as quais se contam um novo enquadramento fiscal, a gratuitidade dos conteúdos da Lusa e o recurso a fundos europeus.
O administrador do grupo que detém o DN, o JN, entre outros títulos, aproveitou os minutos iniciais da intervenção para justificar o recuo na decisão inicial de não prestar declarações aos deputados, acusando o BE, responsável pela audição, de "aproveitamento político da situação difícil" que o grupo atravessa.
Na entrega dos Prémios Gazeta, o presidente da Câmara de Lisboa defendeu a necessidade de defender e "valorizar a classe jornalística", salientando que está está solidário com os jornalistas do grupo Global Media.
Para o Presidente da República é preciso "chegar a entendimentos de regime" sobre os media e "encontrar fórmulas de modo transversal para viabilizar aquilo que é fundamental para a democracia".
Durante a Web Summit realizou-se um debate com três jornalistas sobre o jornalismo rápido, mas que rapidamente terminou sobre os problemas que se sentem neste meio, tendo sido a falta de investimento o salientado.
Nova lei do Parlamento Europeu vai possibilitar vigilância sobre os profissionais e refere-se a motivos ligados a "interesse público" e "segurança nacional".
A liderança pertenceu ao segmento online, com mais de oito mil artigos publicados no âmbito do evento. Seguiu-se a televisão, que ultrapassou as sete mil peças emitidas
A confluência entre elites partidárias e elites ministeriais gera uma teia de interesses que é vital para a sustentação do partido do governo ou do poder.
Para a Comissão é importante assegurar “a independência e o financiamento estável dos órgãos de comunicação social públicos, assim como a transparência sobre quem são os detentores dos media e a utilização para difusão de propaganda estatal”.
O escritor argentino Hernán Diaz vence o Prémio Pulitzer de ficção com “Confiança”, um romance sobre amor e poder, com os EUA em pano de fundo. Uma obra que também esteve nomeada para o Prémio Booker, um dos mais importantes da língua inglesa.
O presidente dos EUA referiu que a imprensa livre é um pilar de uma sociedade livre num jantar realizado na Casa Branca, este sábado, um mês depois da detenção de Evan Gershkovich pelas autoridades russas.