O índice mais abrangente, o Topix, que inclui as empresas do segmento principal — as de maior capitalização —, registou uma queda de 0,14%, ou 5,66 pontos, fechando nas 3.991,71 unidades.
Nestes períodos conturbados que conjugam o receio de uma recessão, com guerras, insegurança energética e crise climática, será urgente repensar os instrumentos de política monetária.
O mercado japonês manteve-se instável hoje e variou entre uma queda máxima de 2,7% logo após a abertura e uma subida de 3,4% durante a primeira fase das negociações, na sequência dos comentários de Uchida.
Os ventos de recuperação foram pautados pela incerteza dos investidores, com as principais praças a ficarem perto do limiar entre o sentimento positivo e negativo. PSI foi dos que se manteve a 'encarnado'.
Resultados trimestrais nos EUA em linha com o esperado, dados industriais alemães em alta e uma estabilização do 'carry trade' ajudaram os mercados a estabilizar após o susto de segunda-feira, mas as opiniões dividem-se quanto aos efeitos de médio e longo prazo.
As mais de 140 mil vítimas foram recordadas com um minuto de silêncio, na presença de representantes internacionais. Na cerimónia, deixaram-se alertas sobre os perigos associados às armas nucleares.
Bolsas mundiais mantêm tendência negativa da semana passada, com receios de recessão nos EUA e conflito no Médio Oriente a assustarem investidores. Bolsa japonesa caiu 13%, a maior queda desde a Segunda-Feira Negra de 1987.
O responsável japonês, Akira Yokochi, reafirmou que o Japão mantém a posição de "tratar a questão de Taiwan de forma adequada" e garantiu o empenho de Tóquio "no avanço de uma relação estratégica mutuamente benéfica" com a China.
A intenção da Toyota passará por tornar a ilha de Kyushu, em Fukuoka, num ponto central da sua cadeia de produção para veículos movidos a bateria, um local que servirá também como base de exportação para a Ásia.
O negócio vai reduzir a capacidade de produção anual da Nippon Steel na China em 70% e permitir à empresa concentrar os recursos nos Estados Unidos e na Índia, indicou o fabricante japonês.
Em Portugal, o INE revela novos dados sobre a inflação (junho) e da balança comercial (maio). O dia fica ainda marcado pelo índice de preços ao consumidor na China e pelos discursos dos presidentes do Bundesbank e Fed.
Enquanto lá por fora se aguarda com expectativa pelo relatório mensal da OPEP e pelo discurso do presidente da Fed, em Portugal, o INE revela dados da indústria - volume de negócios, emprego, remunerações e horas trabalhadas - e o índice de custos de construção de habitação referentes ao mês de maio.
As exportações japonesas aumentaram em maio deste ano 12,1%, em termos anuais, para 8,13 biliões de ienes (cerca de 46,75 mil milhões de euros), e as importações cresceram 9,3% para 9,24 biliões de ienes (cerca de 53,12 mil milhões de euros).
"Após 30 anos de deflação e numa altura em que a economia japonesa se encontra em plena transformação para uma nova fase, estas novas notas são dignas da época, símbolos daqueles que contribuíram para o capitalismo e a inovação", afirmou o primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida.
“A razão pela qual temos mantido o nosso balanço num nível muito seguro é porque gostaríamos de estar preparados", disse um dos administradores da empresa japonesa, em entrevista ao 'Financial Times'.
Tóquio registou um défice de 527 mil milhões de ienes (3,11 mil milhões de euros) nas trocas com a China, o maior parceiro comercial do Japão, mais 14,6% do que em abril de 2023.
A baixa produtividade, que resulta do baixo valor do que produzimos, impede que a nossa economia obtenha os recursos necessários para melhorar a distribuição da riqueza.