É preciso contrapor aos populismos alternativas credíveis e soluções concretas aos novos, diferentes e complexos problemas dos cidadãos. E todos teremos de contribuir.
O falhanço dos partidos tradicionais em conter a maré populista deve-se muito à falta de valores que tem sido demonstrada pelos titulares de cargos públicos.
A opacidade, a falta de transparência e sobretudo a dúvida no funcionamento das instituições democráticas são uma doença perigosa, com uma cura lenta e dolorosa para os portugueses.