O 'Paraíso' tem morada em Braga, de 18 a 20 de setembro. Ali se faz chão comum e se abordam questões complexas através da arte, partindo da criação artística afrodescendente e lusófona.
O Jubileu atribui-nos a certidão de uma maioridade inquestionável. Não há mais desculpas. Urge buscar a restauração do contrato social, da credibilidade política e da inclusão, em que todos são instados a contribuir.
Como a guerra já não é uma experiência exclusivamente africana, conforme era propagado na imprensa e até em certos meios académicos, talvez seja, agora, possível compreender a complexidade do fenómeno.