Enquanto continuarmos a medir o rigor pelo número de documentos exigidos e não pela qualidade das decisões tomadas, continuaremos a ser, apenas, um país onde o papel muda de formato, mas a burocracia permanece intacta.
Para quem gere empresas em Portugal, a guerra que envolve os EUA e o Irão deixou de ser um tema de política externa distante. Hoje, é uma variável de gestão corrente, tão relevante como a taxa de juro ou o custo da energia.
As tarifas podem durar apenas um dia. Mas o custo da imprevisibilidade pode pesar sobre a economia durante anos, e pode produzir consequências económicas muito mais duradouras.
Nenhum acordo que resulte deste contexto será estrutural. Serão tréguas, não paz. O jogo estratégico continua: a questão já não é se haverá novo conflito, mas quando, e se Washington o conduzirá directamente ou através de Israel.
Parece que esta guerra durará poucos meses, porque a pressão eleitoral nos EUA acabará por ditar um cessar-fogo, mesmo implicando concessões importantes.
Este valor representa um crescimento de um milhão de euros em relação ao ano anterior e sublinha a importância crescente no panorama desportivo e económico nacional desta competição, que nesta época foi conquistada pelo Benfica.
Portugal é dos países europeus que mais vai sofrer com os impactes das alterações climáticas, mas nada se fala sobre um desafio que poderia ser o alicerce de mudança competitiva do país.
A "taxa rosa" não existe formalmente enquanto conceito económico, mas são vários os estudos internacionais que atestam a sua existência e o impacto que a mesma tem sobre o género feminino.
O atual caminho tem de ser invertido, através de formas de suspender a guerra, sob pena de a próxima recessão económica ser muito mais dramática que a anterior crise das “dívidas soberanas”.
Países como a Áustria, a Hungria e a República Checa já proibiram o transporte de animais vivos durante os meses mais quentes. Já Portugal não adotou qualquer medida nesse sentido.