Falamos de reforma da administração pública e não reforma do Estado porque pensamos que esta é mais complexa e transcende a simples intervenção política, remetendo para a transformação da estrutura da própria sociedade.
As 'Áfricas' estavam a precisar de um abanão para perceber que o continente é riquíssimo de recursos, embora continuem sem conseguir traduzir esse potencial em riqueza real para as suas pessoas apesar da sua resiliência e juventude.
Estados Unidos da América dominam o mercado mundial de MBA, que inventaram, mas a Europa é a segunda grande potência. Sozinho, o Reino Unido pesa quase tanto como Índia e China juntas. José Esteves, dean da Porto Business School, chama, no entanto, a atenção para a concorrência global, “cada vez mais intensa”.
Segundo estudo EDULOG, 'think tank' da Fundação Belmiro de Azevedo para a educação, divulgado esta terça-feira, a falta de professores que se verifica atualmente decorre, em parte, da ineficiência do processo. Cerca de 40% das escolas de Portugal continental têm menos de 15 alunos e 26% têm menos de 10 alunos.
Com esta nova função, Margarida Maia vai ficar responsável por “supervisionar as operações globais do grupo, com foco no reforço do plano estratégico da empresa e na otimização da sua estrutura, permitindo um crescimento sólido em novas linhas de negócio e geografias”.
Que lições podem as empresas extrair da desconsideração absoluta de Trump por normas estabelecidas? Uma lição sobre a importância de preservar referenciais de valores e outra sobre como a reputação varia na proporção directa da ética.
Um ano depois do seu lançamento, Nuno Camilo, diretor do Acelerar o Norte, faz um balanço muito positivo de um projeto que visa dotar a região com competências digitais de topo.
Rankings são o resultado mais visível de uma estratégia que mudou a face do ensino da gestão em Portugal. Em 10 anos, o país construiu uma indústria de qualidade, tornou-se exportador e referência na Europa.
A NOVA SBE conquista a melhor posição de sempre - 18.ª - de uma escola portuguesa no ranking do Financial Times Best European Business Schools 2024. Os resultados divulgados esta segunda-feira, 2 de novembro, trazem outra novidade de estalo: a Católica Porto Business School integra pela primeira vez o top, juntando-se neste olimpo à Católica-Lisbon, Universidade do Porto FEP/PBS, e lisboetas ISCTE e ISEG.
"Quando questionados se a liderança se esforça por obter contributos, ideias e opiniões dos colaboradores, 51% dos inquiridos nacionais concordam com essa afirmação, valor abaixo dos congéneres europeus e valor global", aponta o estudo da Mercer.
A tecnológica alemã teve um lucro líquido de 1,4 mil milhões de euros no terceiro trimestre, mas o que mais impressionou os investidores foram as três revisões em alta das perspetivas de resultados para o ano: mais receitas de cloud e software, lucro operacional e fluxo de caixa livre.
Justiça : Agentes políticos defendem que o Estado continue encarregue dos estabelecimentos prisionais em Portugal, embora admitam cenários de parceria público-privada nalguns casos.
A reitora do ISCTE-IUL diz ao JE que a internacionalização ocupa um lugar chave na estratégia da instituição e do Ensino Superior, em geral. Admite problemas com os vistos dos estudantes extra-comunitários e defende uma política de formação e de sensibilização junto dos consulados portugueses nos vários países. É fundamental que se tornem "mais ágeis", afirma.
Nova SBE, Católica Lisbon School of Business & Economics e Iscte mantiveram-se na tabela do 'Financial Times' em 2024 e a Faculdade de Economia da Universidade do Porto regressou ao ranking.
O futuro que André Villas-Boas idealiza para o FCP é de estabilidade e sucesso, onde as vitórias desportivas são acompanhadas por uma saúde financeira robusta que permita ao clube crescer de forma sustentável.
"Liderei muitos projetos de mudança de modelo de negócio, novas metodologias e transformações culturais. Mas é com as pessoas, com a sua diversidade, o seu talento e a sua capacidade de adaptação que mais tenho aprendido", diz o sucessor de Vitor Virgínia.
Parece haver uma excessiva iliteracia nos pequenos empresários, em matéria de princípios de gestão e de aproveitamento de oportunidades de negócio, o que tem custos elevados para a economia.
Mais do que aumentos salariais, as negociações dos trabalhadores devem incidir sobre a redução da carga tributária. Seria uma medida transversal a todos os portugueses e mais justa.
Não obstante a intervenção de sucessivos governos, temos sinais aparentes de um sistema de tipo soviético que em todo o lado produz o mesmo tipo de resultados: poucos e medíocres.