Os desafios do turismo excessivo estão a gerar reflexão na Europa, com um denominador comum: o choque entre os visitantes e a qualidade de vida das populações residentes.
Os portugueses dividem-se entre os que apoiam a liberalização que os nómadas digitais representam e os que se opõem à ameaça económica e cultural que eles apresentam. Mas existem medidas intermédias possíveis.