“A parceria do G7 para Infraestruturas e Investimentos Globais, incluindo iniciativas como o Portal Global da União Europeia (UE), fornece um quadro que utilizaremos para promover a nossa visão de infraestruturas sustentáveis, resilientes e economicamente viáveis em África, apoiadas por uma seleção transparente de projetos, aquisições e financiamento”, diz a declaração final do G7.
"Cimeira do G7. Apoio inequívoco à Ucrânia, ao direito internacional e a uma paz justa", afirmou o líder ucraniano, publicando uma foto com os líderes mundiais durante o encontro, que decorre em Itália.
Segundo fontes diplomáticas contactadas pela agência de notícias France-Presse (AFP), as objeções da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, cujo país assume este ano a presidência do G7, irritaram os parceiros.
Papa Francisco é um dos convidados da cimeira, que também irá receber o presidente da Ucrânia. Lula da Silva, presidente do Brasil, também está em Itália, com uma agenda cheia. Conheça os contornos da cimeira do G7 que se inicia esta quinta-feira.
"Os ricos estão sobrerepresentados. Os pobres estão desatendidos", considerou, insistindo na aposta em reformas que "representem melhor os países em desenvolvimento" e que "deem resposta às suas necessidades".
Na véspera do G7, o secretário-geral da ONU exortou as partes, numa conferência de imprensa em Genebra, a "aproveitarem a oportunidade para prepararem o terreno para a solução de dois Estados".
Em comunicado divulgado pela Itália, que ocupa a presidência rotativa do G7, o grupo dos países mais industrializados do mundo, estas nações sublinharam o “apoio total” ao plano.
A promessa faz parte do documento final da reunião dos ministros do Ambiente, da Energia e do Clima dos sete países mais industrializados (G7), que decorreu em Turim, Itália.
Entre países desenvolvidos e economias emergentes, o diálogo nem sempre é o mais eficaz, mas o Brasil, país anfitrião, está convencido que a sua influência pode mudar o rumo seguido até aqui.
Espanha registou a maior queda do bloco, com um recuo de 2,1%, ao passo que Itália liderou os G7, avançando 1,4%. Já a Alemanha, motor industrial da zona euro, verificou a quarta queda consecutiva neste indicador, desta vez de 0,6%.
O apoio do G7 à Ucrânia não será afetado pela intensificação do conflito no Médio Oriente, disse o Japão, país que sedia um encontro dos ministros dos Negócios Estrangeiros do grupo.
Os ministros do Comércio dos Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e Reino Unido, reafirmaram este domingo em Osaka, no Japão, a importância de um “sistema de comércio livre” e equitativamente baseado no Estado de direito. Os debates do fim de semana centram-se também na segurança alimentar, alterações climáticas e reforma da OMC.
Para além da ajuda à Ucrânia, Hayashi e os outros ministros dos Negócios Estrangeiros deverão também discutir as conclusões da recente visita do secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, à China, onde se reuniu com o Presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim.
“A próxima reunião do G20 vai ser mais problemática”, expondo duas conceções do mundo que por estes dias tendem a distanciar-se, refere o embaixador Francisco Seixas da Costa no programa da plataforma multimédia JE TV.
“A próxima reunião do G20 vai ser mais problemática”, expondo duas conceções do mundo que por estes dias tendem a distanciar-se, refere o embaixador Francisco Seixas da Costa no programa da plataforma multimédia JE TV.
Bakhmut “não está ocupada pela Rússia a partir de hoje”, disse este domingo o presidente ucraniano, durante uma conferência de imprensa no Parque da Paz em Hiroxima, no final da cimeira do G7.
"Por enquanto não vejo razão para fazer uma mudança na nossa análise", disse o diretor executivo da IEA, sobre o facto de o G7 ter revelado este fim de semana que iria manter os limites aos preços do petróleo e dos produtos petrolíferos russos e reforçar o combate à evasão desses limites, evitando efeitos de derrame.