A reacção do mercado foi imediata: o projecto era entendido como interessante, e o seu abandono ditou uma quebra de cerca de 10% na cotação das acções da Galp, mesmo após o anúncio dos resultados.
Oito advogados da 'boutique' fundado por Sofia Galvão, que foi sócia da PLMJ há quase 20 anos, entram na sociedade liderada por Bruno Ferreira para dar dimensão ao departamento de Urbanismo e Ordenamento do Território e criar a maior equipa desta área em Portugal.
A Comissão Europeia poderá vir a chumbar a operação alegando que o IAG não satisfaz as garantias exigidas em matéria de concorrência, antecipa esta quinta-feira o jornal digital espanhol "El Economista". Bruxelas tem até 20 de agosto para decidir se dá luz verde ou chumba a fusão.
O tecido empresarial português está muito retalhado, cheio de empresas autónomas, com propriedade individual singular, muito separadas operacionalmente, concorrendo entre si em muita coisa, em quase todas as áreas.
Em Portugal, tem passado despercebida a OPA apresentada pelo BBVA ao Sabadell, que pode dar origem a um gigante bancário que seria o segundo maior banco de Espanha em ativos.
A empresa norte-americana de ‘outsourcing’, que no ano passado se fundiu com a Webhelp num negócio de quatro mil milhões de dólares, prevê aumentar a equipa com “algumas centenas de postos de trabalho”, de acordo com o diretor geral da Concentrix Portugal, Carlos Moreira.
Só no passado mês de abril registaram-se 31 operações de fusões e aquisições, entre anunciadas e encerradas, envolvendo empresas portuguesas, no valor total de 2,5 mil milhões de euros.
Por outro lado, "teremos de ver se os reguladores aceitam esta operação", para já não falar que o BBVA também tem de chegar a uma aceitação de 50,01% por parte dos acionistas. Portanto, o negócio ainda não está garantido, sublinha a XTB.
O advogado fundador da Espanha & Associados entra para o cargo de sócio e junta-se a Álvaro Roquette Morais, 'managing partner' da Broseta em Portugal, e ao sócio Gonçalo Castro Ribeiro no grupo de líderes do escritório de Lisboa.
Por exemplo, nas notificações das operações à Comissão Europeia, haverá um novo formulário essencialmente com perguntas e quadros de escolha múltipla e perguntas racionalizadas sobre a apreciação jurisdicional e substantiva dos casos e as notificações eletrónicas ficam introduzidas por defeito.
Os próximos dias serão decisivos e estarão debaixo de forte supervisão. Poderemos confiar no discernimento de bancos centrais que mais uma vez não anteviram os problemas da banca?