Em 2025, um Ferrari Daytona SP3 personalizado tinha sido vendido por 26 milhões de dólares (22,4 milhões de euros), na altura o valor mais alto pago por um carro novo, num leilão, de acordo com a BBC.
O design do novo modelo deixou muitos em choque. "Insulto" ou traição à história da Ferrari foram algumas das críticas vindas de antigos responsáveis da marca italiana e de políticos. Houve mesmo comparações com a Honda, Nissan e Tesla.
O analista da XTB, Henrique Tomé, diz que este novo modelo da Ferrari "reforça o posicionamento" da marca no segmento de ultra-luxo mas alerta que existem riscos para a empresa entre os quais as tarifas norte-americanas e o desinvestimento de outras marcas nos elétricos.
Este é o seu primeiro modelo 100% elétrico da marca icónica do cavalo e, segundo os analistas da XTB, representa uma oportunidade “de crescimento de receita dado o seu posicionamento ultra-premium”.
A Ferrari afirmou estar a efetuar "algumas entregas via aérea". Por sua vez, a Bentley afirmou que estava a utilizar o inventário existente na região para satisfazer encomendas feitas antes do início do conflito entre os Estados Unidos, Israel e Irão. Já a Rolls-Royce, detida pela BMW, afirmou estar a fazer "tudo o que é possível" para satisfazer a procura dos clientes.
A Porsche é a líder deste segmento, mas marcas históricas como a Bentley, Ferrari ou Maserati registaram crescimentos acima de 20% em 2025. Já o segmento premium é dominado pela Mercedes-Benz.
A construtora automóvel italiana está a preparar o lançamento do 'Token Ferrari 499P', com a fintech italiana Conio. Contudo, isto só deverá estar acessível aos membros do clube 'Hyperclub', que reúne 100 dos clientes mais exclusivos da marca.
A Ferrari revelou o seu primeiro veículo totalmente eléctrico, com lançamento previsto para 2026, que pode trazer novos clientes à marca. O preço não ficará abaixo dos 500 mil euros.
É fã de Fórmula 1? A IBM e a Scuderia Ferrari HP lançaram uma nova app projetada para "aproximar mais do que nunca o entusiasta grupo global de fãs de quase 400 milhões de Tifosi (termo com origem italiana para se referir aos seguidores neste caso de uma equipa de Fórmula 1) aos carros, pilotos e corridas com que tanto vibram", refere a IBM.
A empresa entregou 3.593 carros entre janeiro e março, pelo que o volume de vendas subiu 13% face ao primeiro trimestre de 2024. O lucro foi ainda mais além e os mercados estão a reagir em alta.
Disponível em inglês e, pela primeira vez, em italiano, a aplicação conta com um novo Race Center e Racing Insights desenvolvidos com o IBM Watsonx, proporcionando uma experiência mais imersiva.
A Ferrari anunciou que iria aumentar os preços de certos modelos até 10%, em resposta às tarifas de 25% impostas por Trump às importações de automóveis europeus.
As negociações com Canadá e México resultaram no adiamento das tarifas, ao passo que a China dá sinais de querer negociar. Também a época de resultados trouxe boas indicações, nomeadamente na Ferrari e na Infineon.
As bolsas apresentaram variações abaixo de 1% na terça-feira, com os mercados na expetativa pelos resultados das presidenciais (aos quais vão reagir) e a decisão dos juros da Fed.
Marca italiana prevê arrecadar quase três mil milhões de euros em vendas com o seu novo supercarro que demora 2,1 segundos dos 0-100 km/h e atinge uns impressionantes 350 km/h.