A dona do Facebook continua a fazer fortes investimentos em Inteligência Artificial e opta agora por ter menos uma equipa ligada a estas operações, de forma a reforçar duas outras equipas.
A Meta projetou os seus produtos Facebook e Instagram para manter os utilizadores jovens neles por mais tempo e a regressar repetidamente, conforme afirmou a acusação.
Empresa que organiza a cimeira em Lisboa avança que há parceiros a reverter a decisão, mas as maiores tecnológicas mantêm a decisão que tomaram no fim de semana: a de não estarem presentes.
Em comunicado, o executivo comunitário alerta a Meta para a necessidade de serem cumpridas as obrigações relacionadas com as avaliações de risco, “em especial no que diz respeito à difusão e amplificação de conteúdos ilegais e de desinformação”.
Esta medida surge após várias discussões com os reguladores, que têm procurado restringir a forma como as grandes empresas de tecnologia lucram com os dados que obtêm gratuitamente dos seus utilizadores.
O regulador da UE confirmou à 'Reuters' que recebeu o pedido para ampliar a multa, mas afirmou que primeiro vai fazer uma avaliação do processo, após a qual "vai ter duas semanas para adotar a uma decisão vinculativa urgente".
A Meta encontra-se a pagar uma multa diária, desde o dia 14 de agosto, de um milhão de coroas por violação da privacidade dos utilizadores, cujos dados foram usados para futuros envios de publicidade.
O regulador norueguês Datatilsynet afirma que a Meta alegadamente violou a privacidade dos seus utilizadores, por esta razão vai aplicar, a partir do dia 14 de agosto uma multa diária de 98.500 dólares, que vai durar até dia 3 de novembro.
A medida da Meta vem no seguimento da aprovação da legislação no Canadá que exige que os gigantes da internet paguem aos editores de notícias para elas aparecerem nas plataformas.
As detentoras de plataformas como Facebook, Google e Chat GPT assumem o objetivo de fazer aumentar a segurança cibernética de que beneficiam os utilizadores.
Twitter está mais consolidado, mas as receitas afundaram com a fuga de anunciantes. Threads teve umas primeiras semanas fulgurantes, mas começa a abrandar. Quem vai ganhar?
A Amazon ultrapassou a Apple como a marca mais valiosa do mundo. Atualmente, a empresa fundada por Bezos e liderada por Andy Jassy está avaliada em 299,3 mil milhões de dólares.
A Meta, de Zuckerberg, lançou o Threads, uma aplicação que replica com vantagem o Twitter. Agregou milhões de utilizadores logo nas primeiras horas. Zuckerberg e Musk prometeram lutar ao vivo em Las Vegas para saberem qual é o mais forte - batalha que pode estar a aproximar-se.
O dono da Tesla regressou ao topo dos mais ricos do mundo, ao passo que o CEO do Facebook, Instagram e Whatsapp está de volta ao restrito grupo das dez pessoas com maiores fortunas à escala global.
Da visita faz ainda parte um encontro com o responsável da OpenAI, a empresa que gere o ChatGPT, Sam Altman, numa altura em que a UE discute as primeiras regras europeias e mundiais para a inteligência artificial.
A União Europeia vai obrigar as empresas que trabalhem na área de mídia, como a Google e o Facebook, a identificarem os conteúdos e imagens que sejam feitos por Inteligência Artificial (IA) de forma a combater as notícias falsas e a desinformação proveniente da Rússia.