Um dos mais criativos designers franceses a viver em Portugal descobriu o savoir-faire dos artesãos do gesso. Em “Rostos/Visages”, Sam Baron resgata moldes antigos e dá-lhes asas.
Ao 3.º aniversário, o Museu de Arte Contemporânea mantém-se firme na sua trajetória: dar voz e palco aos criadores, e convocar múltiplos olhares para nos ajudar a ler a complexidade do mundo. Ângela Ferreira é a voz que agora chega ao MAC/CCB com a missão de combater o esquecimento.
O artista dinamarquês Jens Galschiøt retrata Donald Trump nu, numa escultura de 2,6 metros, revestida a ouro. Diz ser um “grito satírico” contra as suas políticas voláteis em matéria de clima e de política externa. Por estes dias, está no Parlamento Europeu.
O que é o Museu Nacional de Arte Contemporânea? Eis a resposta em três palavras:“contemporâneo desde 1911”. São mais de 6.000 obras, entre pintura, escultura e novos suportes visuais, desde 1850 até à atualidade. Um museu aberto e plural, diz-nos Filipa Oliveira, diretora do MNAC.
O escultor Frederico Ferreira aka FRED apresenta, até 25 de setembro, no Centro Cultural Camões, no Luxemburgo, um manifesto escultórico que cruza a dureza do imaginário bélico com a delicadeza da cultura portuguesa.
Esculturas de Beatriz Horta Correia dialogam com fotografias da coleção do Novobanco de Lucia Kock, Antonio Ole, Albano da Silva Pereira e Gabriel Orozco, no âmbito da Lisbon Design Week, com início a 27 de maio.
Subversivo? Brilhante? Polémico? Não faltam adjetivos para colar a Banksy, o misterioso street artist que vai deixando as suas críticas pelo mundo fora. A mais recente surgiu em Londres. Desta vez, uma escultura. Um homem vendado por uma bandeira prestes a dar um passo em falso.
A capacidade de ser mais complexo sendo mais simples resulta da depuração que, por sua vez, bebe da experiência. É esta a força da exposição com que o MAC/CCB assinala 40 anos de trabalho de José Pedro Croft, nome maior da arte contemporânea portuguesa.
Ser finalista ao Prémio Turner não é apenas prestigiante. É, também, uma oportunidade para tomar o pulso às tendências, caminhos e reflexões da arte contemporânea britânica. O vencedor será revelado a 10 de dezembro de 2026.
A artista alemã Anne Imhof testa os limites da arquitetura de Siza Vieira em Serralves. Sem nunca a violentar. E provoca-nos turbulência, física e mental, com as suas obras. Pensamos? Eis o repto.
A Tate Modern, em Londres, convoca o estúdio de Pablo Picasso enquanto palco de um teatro íntimo. Corpos, rostos, em tom de comédia ou tragédia. Picasso preferia esta última para estilhaçar a realidade.
Uma peça em prata do século XVII, exemplo da delicadeza da ourivesaria produzida na Índia portuguesa, acaba de ser adquirida à Galeria São Roque pelo Metropolitan Museum of Art, de Nova Iorque.
E não só. A cerâmica, estrela maior da Fundação, também terá visitas dedicadas. Das esculturas criadas pela artista Nina Beier, às oficinas de ikebana e escrita criativa, passando por visitas às reservas da coleção, conheça o programa que a Albuquerque Foundation desenhou para o mês de novembro.
A 5ª edição da Lisbon by Design respira sustentabilidade e inovação, revela talentos ímpares e colaborações que elevam o design a novos patamares. Para ver até domingo, 25 de maio, no Palacete Gomes Freire.
O empresário Armando Martins, presidente do Grupo Fibeira, tinha o sonho antigo de abrir um museu para expor a sua coleção, hoje com mais de 600 obras de arte. Dia 22 de março, o MACAM abre as portas ao público. Nele cabem mil e uma peripécias, um hotel de cinco estrelas e a vontade indómita do seu mentor.
Disseminar “a reflexão cultural e o pensamento crítico” faz parte da missão da Universidade do Porto, que agora apresenta a exposição "Aula Invisível", em colaboração com a Fundação Ilídio Pinho, para dar a fruir obras que raramente estão acessíveis ao público.
Nasceu em Guimarães e adotou o nome da terra natal para assinar as suas obras. O reconhecimento internacional das suas múltiplas facetas chegou cedo. Pintor, escultor, colecionador, antropólogo amador, designer involuntário, José de Guimarães é uma mente inquieta e curiosa que não desiste de descobrir o que pode aproximar as civilizações.
O Museu Arpad Szenes - Vieira da Silva celebra o seu 30º aniversário com um novo ciclo expositivo e uma nova identidade visual, além de um programa alargado e de entrada livre nos dias 23 e 24 de novembro.
O Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva, em Lisboa, celebra o seu 30º aniversário e a entrada numa nova era pela mão de quem o vai pensar e “sentir”. Para Nuno Faria, fomentar encontros e contar histórias, promovendo a escuta, é uma missão a cumprir através da arte. Já a partir de dia 20 de novembro.