Mais do que uma geração de contrastes, a Geração Z revela uma lógica coerente: poupar com propósito, consumir com critério e procurar autonomia financeira fora dos caminhos tradicionais.
Uma ponderação e revisão equilibrada do regime deve afirmar claramente que a conciliação entre interesses pessoais e profissionais é um objetivo essencial, mas não pode ser prosseguida à custa da descaracterização da atividade empresarial nem da inviabilização prática de certos modelos organizativos.
O melhor que podemos fazer é aprender com a nossa experiência individual e não ficarmos prisioneiros de escolhas que se revelaram erradas. A vida dá-nos sempre mais do que uma oportunidade.
Na atualidade social, em que tanto, e bem, se defende o equilíbrio da vida pessoal com a profissional, os espaços temporais para a formação deveriam ser repensados.
Com equipas cada vez mais dispersas e multidisciplinares, e modelos de trabalho mais flexíveis, importa assegurar que as mensagens chave da organização são eficazmente transmitidas a todos os seus colaboradores, sem exceção.