A Efacec anunciou o lançamento do Charging Hub, uma solução modular de carregamento de alta potência para veículos elétricos, com uma potência de até 1,6 MW.
"O Tribunal da Relação de Lisboa concluiu que não existe prova de que Isabel dos Santos tenha cometido fraude, ocultado património ou utilizado sociedades para prejudicar credores. A aquisição da Efacec foi financiada através de aproximadamente 160 milhões em crédito bancário concedido por instituições financeiras privadas comerciais. Não existe qualquer conclusão judicial de que a operação tenha sido financiada pelo Estado Angolano. Isabel dos Santos reage: "fica provado que não utilizei fundos públicos para financiar a minha participação na Efacec”.
"O âmbito dos contratos inclui o fornecimento de transformadores de potência e aparelhagem de média tensão, apoiando a modernização da rede em França continental e nos territórios ultramarinos franceses (DOM-TOM)", salienta a Efacec, em referência aos contratos fechados com a ENEDIS.
Com um investimento total de 34,5 milhões de euros, dos quais 13,4 milhões são cofinanciados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a Efacec acelera a transformação da infraestrutura elétrica à escala global, através do desenvolvimento de tecnologia própria e sustentável, digitalização e princípios de economia circular.
"Dos 200 milhões de euros que o Estado colocou [na empresa], recebeu de volta, sensivelmente, 100 milhões de euros em impostos e contribuições para a Segurança Social", anunciou João Nuno Mendes, em resposta aos deputados, numa audição parlamentar na Comissão de Economia e Coesão Territorial.
O ex-ministro das Finanças Mário Centeno rejeitou hoje ter tido qualquer papel no processo da Efacec e salientou, na Comissão de Economia e Coesão Territorial, que as estratégias da reprivatização da empresa podem ter falhado porque havia instrumentos que não eram legais.
"O principal destaque desta participação é a apresentação da última evolução do EFARAIL®, uma plataforma avançada de operação e gestão para transportes públicos.
O CIRED é a plataforma mais influente da indústria no que respeita à inovação e partilha de conhecimento, reunindo profissionais de todo o sector para explorar soluções de topo para sistemas de energia.
"O contrato agora adjudicado, o maior da Efacec no setor da ferrovia e metro em Portugal, inclui a conceção e construção dos sistemas de energia de tração, baixa tensão, ventilação, bombagem, SSIT e CCTV, demonstrando a confiança do mercado nacional na qualidade da engenharia da empresa portuguesa", refere a Efacec. Este é o maior contrato da empresa em Portugal na área da ferrovia.
As soluções de carregamento serão geridas pelo EVCore, a plataforma de gestão da Efacec. Esta ferramenta irá otimizar o carregamento dos autocarros durante os períodos de menor custo energético.
“Um acordo que se enquadra na estratégia de longo prazo da Efacec de construir parcerias com as principais utilities europeias, assegurando encomendas regulares de transformadores de distribuição durante um longo período”, revela a empresa portuguesa.
O ministro da Economia, Pedro Reis, reiterou hoje que considera ambicioso pensar que vai ser possível recuperar todo o dinheiro público que foi colocado na Efacec, recusando qualquer redesenho do modelo de venda.
O ministro da Economia disse hoje que é "muito ambicioso" considerar que se vai reaver todo o dinheiro do Estado na intervenção na Efacec e que espera que se recupere o máximo valor possível.
Os produtos agora certificados fazem parte de diversos projetos de referência no domínio da automação ferroviária e das subestações de transmissão e distribuição, entregues a utilities de diversas geografias, nomeadamente Portugal, França, Argélia, Bahrain e Chile.
O CDS-PP tinha apresentado um pedido de audição, com caráter de urgência, do antigo ministro das Finanças João Leão no seguimento da divulgação de um relatório do Tribunal de Contas sobre a nacionalização da Efacec.
Ex-ministro António Costa Silva garante que o Estado pode conseguir recuperar até 420 milhões na Efacec para os contribuintes e sublinha que a reprivatização teve aval de Bruxelas.
Apesar das críticas recentes do Tribunal de Contas, o ex-ministro da Economia disse ao JE que não existia alternativa à nacionalização da Efacec e que o Estado ainda pode recuperar 420 milhões de euros com a empresa.
A auditoria do Tribunal de Contas arrasou a nacionalização e a reprivatização da Efacec. Ao "DN", Siza Vieira descarta responsabilidades e aponta a Fernando Medina.
O Tribunal de Contas arrasa a nacionalização da Efacec quando diz que não foi evitada a deterioração financeira e comercial da empresa, não foi estabilizado o seu valor financeiro operacional e não foram salvaguardados os postos de trabalho. Retorno da despesa adicional para o Estado será menor que o perspectivado pela Parpública.
O contrato foi conquistado em consórcio com a Bravida, uma empresa dinamarquesa de instalações eletromecânicas, tem um valor de oito milhões de euros, sendo que a Efacec tem uma participação de cerca de 50% deste montante.