Continuamos sem discutir que Estado queremos, que funções e responsabilidade deve o Estado ter. E enquanto a economia informal continuar a representar 35% do PIB, o OE poderá ser, em parte, uma obra de ficção.
Desde o saldo para telemóvel à fruta, vende-se de tudo nas ruas da Guiné-Bissau sem fatura, o que não significa que este comércio não pague, segundo o primeiro-ministro, que reconhece que o dinheiro fica, muitas vezes, com quem faz as cobranças.
A atividade informal, que assola o turismo português, tem impactos negativos na atividade económica como um todo e cria um estigma em relação ao turismo.