“Este Governo está apostado na aplicação de um conjunto de diretivas europeias que acelerem a transição para as energias limpas e reforcem a autonomia da União Europa nesta área, assim como a sua capacidade de competir nos mercados mundiais de energias renováveis”, sublinha a ministra do Ambiente e Energia.
A alteração de duas diretivas europeias visa contribuir para um consumo efetivamente mais sustentável, evitando a existência de práticas comerciais desleais que desviam os consumidores de escolhas de consumo sustentável.
Não deitemos fora as conquistas que tivemos durante a última década para ter um mundo mais verde e azul. A solução para o dilema não deve excluir, mas complementar.