Além de desfazer a ilusão de que o progresso é automático, a ideia de transformação como permanente reinício recorda-nos que nada está garantido. Por isso, cada época e cada geração deve voltar a fazer as perguntas fundamentais: quem somos, para onde queremos ir e que mundo desejamos construir.
Depois de ter lançado a Your Academy aos seus colaboradores, o Grupo Your prepara-se para abrir a academia aos seus clientes em setembro. Os clientes podem contar com um catálogo de formação certificada disponível.
Aliko , Ngina Kenyatta, Hannah Subayi são apenas alguns dos novos exemplos que nos lembram que liderar é construir, é investir é incluir, é transformar. É provar, com acções, que a esperança pode ser uma estratégia de desenvolvimento.
Portugal deve olhar para a UE não apenas como fonte de fundos ou mercado, mas como quadro de compromisso estrutural: continuar a reformar, inovar, industrializar de novo e não depender apenas das externalidades favoráveis geradas pela adesão.
O caos instalado nos últimos dias em Angola é uma ameaça, para governantes e governados, e ambos têm de retirar ensinamentos disto, sob pena de se hipotecar o futuro.
A marginalização de populações, o abandono de periferias e o discurso da rejeição apenas fertilizam o terreno para a radicalização. Podemos todos aprender com o exemplo de Xinjiang, na China.
A ausência dos Estados Unidos da maior conferência multilateral de financiadores do desenvolvimento do mundo é reveladora de um estilo de política que reflete o recuo do multilateralismo.
O cluster empresarial do Turismo é a grande novidade do Coimbra Invest Summit que arranca esta quarta-feira, 2 de julho, na cidade do Mondego. José Manuel Silva, presidente do município, aposta no cluster para potenciar a valorização do território e do património físico e natural, histórico, cultural e gastronómico, fundamentais para a competitividade e potencial económico da cidade e da região.
Importa repensar estrategicamente a economia portuguesa, introduzir o planeamento estratégico, no quadro de uma parceria entre o Estado e o sector empresarial, e recuperar instituições capacitadas para executar, fora dos ciclos políticos curtos, as orientações estratégicas definidas.
Na intervenção de abertura da conferência da União Africana sobre a Dívida, que decorre na capital do Togo, Lomé, o secretário executivo da Comissão Económica das Nações Unidas para África (UNECA) disse que é preciso "reenquadrar a dívida como um instrumento para o desenvolvimento, já que a dívida em si não é inerentemente má, mas depende do uso que lhe é dado".
Soumodip Sarkar, presidente do Parque do Alentejo de Ciência e Tecnologia, adianta ao JE que a rede de inovação UnicornQuest quer atrair e fixar unicórnios através da diferenciação.
No âmbito de uma vasta agenda a implementar ao longo do próximo ano, o Presidente de Angola, que assumiu a presidência rotativa da UA durante a 38.ª cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da UA, promete contribuir para que África "seja parte ativa das decisões económicas globais".
Será a liderança na administração pública capaz de gerir as pessoas com empatia e visão estratégica, ou está apenas a responder a uma lógica de 'compliance', sufocada por uma burocracia que dificulta qualquer tentativa de inovação?
Em São Tomé e Príncipe, ministros defenderam um ensino inclusivo e inovador que impulsione o desenvolvimento sustentável e a criação de mais capacidade tecnológica nos países lusófonos.
Formulário de Manifestação de Interesse para projetos de Investigação, Desenvolvimento e Tecnologia, Inovação, e Desenvolvimento e Inovação pode ser submetido até 21 de fevereiro. Procuram-se iniciativas que promovam a integração de soluções inovadoras, tecnologia e desenvolvimento sustentável na região.
Este acordo é uma mensagem de esperança para a economia mundial. É uma agenda que não se fica apenas pelo crescimento económico – procura um crescimento mais justo, equilibrado e inclusivo.
A exploração dos sistemas políticos saudáveis ao longo da História reflete-se na busca contínua da humanidade por modelos de governança que equilibrem o poder, garantam a justiça e promovam o bem-estar social. Até ao presente, nenhum sistema único surgiu como o modelo definitivo. Cada um possui pontos fortes e fracos, frequentemente influenciados por fatores culturais, históricos e económicos.
De acordo com o estudo, cerca de 47% das empresas atribuem um orçamento entre os 6% e os 20% a esta tecnologia, enquanto 22% dessas mesmas firmas concede mais de 20%. Já 17% das empresas atribui menos de 6%.