Para a Geração Z, o trabalho é visto, preferencialmente, como um meio – e não um fim em si mesmo. Não se trata de rejeitar o valor do trabalho, mas de redefinir o seu lugar na hierarquia das prioridades humanas.
Dar tempo ao tempo, ou mesmo ignorar o passar do tempo. Escolher um local fresco, aprazível de sombra e mergulhar noutros universos. Reencontrar autores ou explorar nomes que lhe são desconhecidos. O verão convida a cocktails, líquidos ou feitos de livros.