O Índice de Preços no Consumidor (IPC) de junho do INE indica que Moçambique “registou uma queda de preços na ordem de 0,07%” face a maio, voltando a destacar-se o setor da alimentação e bebidas não alcoólicas, ao contribuir no total da variação mensal com 0,12 pontos percentuais negativos.
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) de maio do INE indica que Moçambique “registou uma queda de preços na ordem de 0,36%” face a abril (queda de 0,38% face a março), em que se destacou o setor da alimentação e bebidas não alcoólicas, ao contribuir no total da variação mensal com 0,39 pontos percentuais negativos.
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) de abril do INE indica que Moçambique “registou uma queda de preços na ordem de 0,38%” face a março (subida de 0,06%), em que se destacou o setor da alimentação e bebidas não alcoólicas, ao contribuir no total da variação mensal com 0,54 pontos percentuais negativos.
O índice de preços no consumidor (IPC) subiu 1,4% em fevereiro, em relação ao período homólogo, informou o Departamento de Censos e Estatística (CSD, na sigla em inglês) de Hong Kong. Em janeiro, a inflação fixou-se em 2%.
O aumento temporário do consumo durante a pausa de oito dias mascarou brevemente a dimensão do desafio deflacionista que a segunda maior economia do mundo enfrenta. O preço dos serviços aumentou 0,9%, representando mais de 50% do aumento total do IPC, de acordo com o NBS.
O corte de outubro funcionou como "gestão de risco" para os membros mais 'hawkish', que tiveram a garantia de que não haveria descida em dezembro caso o crescimento surpreendesse pela positiva - o que se traduziria, na prática, numa antecipação da última reunião do ano.
O índice de preços ao consumidor (IPC), principal indicador da inflação na China, caiu 0,8% em janeiro, segundo dados oficiais divulgados esta quinta-feira, 8 de fevereiro, pelo Gabinete Nacional de Estatística do país asiático.
O indicador de preços americano até subiu, mas menos do que o esperado e sobretudo devido a efeitos base. Na China multiplicam-se os sinais de fraqueza de uma economia em deflação.
A deflação consiste numa queda dos preços ao longo do tempo, por oposição a uma subida (inflação). O fenómeno reflete debilidade no consumo doméstico e investimento e é particularmente gravoso, já que uma queda no preço dos ativos, por norma contraídos com recurso a crédito, gera um desequilíbrio entre o valor dos empréstimos e as garantias bancárias.
O cenário continua a deteriorar-se na segunda maior economia do mundo, onde os efeitos da quebra da procura global se tornam mais evidentes com o terceiro mês seguido de quedas das exportações em termos homólogos, a maior desde 2020. Esta quarta-feira há dados da inflação e expectativa passa por recuo de preços.
A recessão de 2023, que parecia inevitável no final do ano passado, continua sem chegar, mesmo com o recuo claro da inflação. Há efeitos base a beneficiarem a leitura de julho e mais se seguirão durante o verão, mas a tendência de alívio na pressão vivida nos preços europeus parece para continuar.
Veremos como reagirão os bancos centrais se, em 2023, em vez de inflação tivermos deflação, ou seja, uma queda generalizada dos preços, derivado de mais um erro de política monetária. A volatilidade verificada nos mercados financeiros chega agora à economia real.
São cada vez mais os analistas, nomeadamente aqueles que gostam de ver mais à frente, que começam a ficar preocupados com o que poderá acontecer a partir de 2023.